Mesmice de Sempre
Que se danem os telejornais
As notícias são sempre as mesmas
E eu não suporto mais vê-las!
Que se danem os telefones celulares
Pois nunca precisei deles!
Que se danem os televisores
Pois não há mais graça em assisti-los!
Que se danem os rádios e as rádios;
As músicas são a mesmice de sempre
E eu não aguento mais escutá-las!
Que se danem os carros
Porque poluem o ar
Com a tóxica fumaça!
Que se danem os políticos profissionais,
Não passam de meros ladrões!
Que se dane a faculdade,
Não tenho mesmo dinheiro pra pagá-la!
E mesmo que eu tivesse eu não pagaria.
Que se danem as doenças,
Elas não tem cura!
Que se danem as editoras,
Elas não gostam do que eu escrevo,
Elas só querem o meu dinheiro!
Que se danem os extraterrestres
Pois eles nunca me abduziram!
Que se dane o mundo inteiro,
Ainda vou morrer primeiro.
La Rutina de Siempre
Que se vayan al diablo los noticieros
Las noticias son siempre las mismas
¡Y no soporto verlas más!
Que se vayan al diablo los teléfonos celulares
¡Nunca los necesité!
Que se vayan al diablo los televisores
Ya no hay diversión en verlos
Que se vayan al diablo las radios;
Las canciones son la rutina de siempre
¡Y no aguanto escucharlas más!
Que se vayan al diablo los autos
Porque contaminan el aire
Con su tóxica humareda
Que se vayan al diablo los políticos profesionales
¡No son más que simples ladrones!
Que se vaya al diablo la universidad
De todas formas no tengo dinero para pagarla
Y aunque lo tuviera, no lo haría
Que se vayan al diablo las enfermedades
¡No tienen cura!
Que se vayan al diablo las editoras
No les gusta lo que escribo
¡Solo quieren mi dinero!
Que se vayan al diablo los extraterrestres
¡Nunca me abdujeron!
Que se vaya al diablo el mundo entero
Igual voy a morir primero
Escrita por: Jamila Mafra