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Maldición

Jan Roberto

Anátema

Mais um dia amanheceu
Eu continuo aqui
Nesta terra sem leis
De um pais tupiniquim

Estou querendo me afastar
Desse deprimente cenário
Nesse palco somos meros atores
Figurantes fazendo papel de otários

Eles só querem te usar
Te fazer de fantoches
Depois te descartar e de você
E de você fazer deboche

Estou querendo encontrar
Um refúgio longe de anátema
Onde possa me libertar
Das garras desse vil esquema

Montado pra nos aprisionar
Sem muros sem grades e sem algemas
Estamos em cárcere privado
Reféns desse estúpido e cruel sistema

Eles só querem te usar
Te fazer de fantoche
Depois te descartar
E de você fazer deboche

Eles estão a te cercar
Teoria da conspiração
Imunidade pra lamentar
O direito de roubar sem punição

Eles querem te manipular
A mídia a disposição
Como um robozinho programado
Fazendo o jogo deles então

Eles só querem te usar
Te fazer de fantoche
Depois te descartar
E de você fazer deboche

Maldición

Otro día ha amanecido
Sigo aquí
En esta tierra sin leyes
De un país latinoamericano

Quiero alejarme
De este deprimente escenario
En este escenario solo somos actores
Figurantes actuando como tontos

Solo quieren usarte
Hacerte de títeres
Luego descartarte y burlarse
de ti

Quiero encontrar
Un refugio lejos de la maldición
Donde pueda liberarme
De las garras de este vil esquema

Montado para aprisionarnos
Sin muros, sin rejas y sin cadenas
Estamos en un encierro privado
Rehenes de este estúpido y cruel sistema

Solo quieren usarte
Hacerte de títere
Luego descartarte
Y burlarse de ti

Te están rodeando
Teoría de la conspiración
Inmunidad para lamentar
El derecho de robar sin castigo

Quieren manipularte
Los medios a su disposición
Como un robot programado
Siguiendo su juego

Solo quieren usarte
Hacerte de títere
Luego descartarte
Y burlarse de ti

Escrita por: Jan Roberto