Carnabaile
É carnaval no Brasil futebol
Domingão do Faustão
Aqui tribos havia e os povos
Vieram trilhar meu rincão
A quem Cabral das bandeiras
Jesuítas culturas gringais
Trouxeram os costumes
De um tal velho mundo
Aos pobres mortais
Das tais entradas bandeiras
Vieram fugas ao Brasil
Tantas capitanias seus lotes, cidades
Nasceu meu país
Brasão seu nome da tinta vermelha
Que o sangue manchou
Fez nascer sua história ao mar do ocidente
Ao papel que não quer mais
Dos meus tatos marcados
Por tempo passaram culturas tribais
Desde então utopia
Que a pena do homem
Ao papel não quer mais
Das monarquias repúblicas
Foram degraus construir
Desde os tempos remotos
Contamos a história da terra do Brasil
Tempos de hoje da terra
Sou dono para que demarcar
Tantos são os problemas
Que correm por anos eu quero é cantar
Carnabaile
Es carnaval en Brasil fútbol
Domingo de Faustão
Aquí tribus había y los pueblos
Vinieron a recorrer mi rincón
A quien Cabral de las banderas
Jesuitas culturas extranjeras
Trajeron las costumbres
De un viejo mundo
A los pobres mortales
De esas tales entradas banderas
Vinieron huidas a Brasil
Tantas capitanías sus lotes, ciudades
Nació mi país
Escudo su nombre de tinta roja
Que la sangre manchó
Hizo nacer su historia en el mar del occidente
Al papel que ya no quiere más
De mis tactos marcados
Por tiempo pasaron culturas tribales
Desde entonces utopía
Que la pluma del hombre
Al papel ya no quiere más
De las monarquías repúblicas
Fueron escalones construir
Desde los tiempos remotos
Contamos la historia de la tierra de Brasil
Tiempos de hoy de la tierra
Soy dueño para que demarcar
Tantos son los problemas
Que corren por años yo quiero es cantar