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27 Llaves

Jean Tassy

27 Chaves

Dividido como um dois-dois
Essa doença me cega
Porém a cura formula
Somente um lado dos dois
Esse jogo que vira
Meu anjo que morre
Meu demônio vomita
O que eu não posso falar

Dentro dessa epiderme lotada de vermes
Ainda encontro a luz
Pra poder me limpar
Qual é o preço da matéria?
O toque é sensação
Por nada conseguir poder se tocar

Sei e não sei ao mesmo tempo
Se vivo dentro do sonho
Ou se sonho a todo momento
Com 27 chaves encontrei a fonte do cão
Foi onde eu encostei a mão
A fragmentação

Não disseminem, não, não, não
Espero que lavem, lavem
Seu ódio sujo até o ano que vem

Não disseminem, não, não, não
Espero que lavem, lavem
Seu ódio sujo até o ano que vem
Não disseminem

(Não disseminem, não)
Não disseminem

Eu vi
Tanta janela fechada no mundo
E me acostumei com luz barroca no chão
Nesse chão empoeirado de memórias
Comprei um par de asas
Me doando por esmolas

Sei que a vida é curta
Porém tempo longo
Me alonga pelo tombo
De não querer tombar
Por tantos erros conturbados
Me dividindo em pedaços
Onde me encontro ausentado
Querendo me achar

E quanto mais eu me entendo
Mais tenho medo
De possuir minha mãe em mim
Posso estar só no começo
Mas sei que meu meio a meio
Está sendo o buraco
Que sempre caio no fim

Não disseminem, não, não, não
Espero que lavem, lavem
Seu ódio sujo até o ano que vem

Não disseminem, não, não, não
Espero que lavem, lavem
Seu ódio sujo até o ano que vem

Não disseminem
(Não disseminem, não)
Não disseminem

27 Llaves

dividido como un dos-dos
esta enfermedad me ciega
Pero la fórmula de la cura
solo un lado de los dos
Este juego que gira
mi ángel moribundo
mi demonio vomita
lo que no puedo hablar

Dentro de esta epidermis frustrada por gusanos
todavía encuentro la luz
para poder limpiarme
¿Cuál es el precio de la materia?
el tacto es sensación
Porque no podía tocarse a sí mismo

Lo se y no se al mismo tiempo
si vivo dentro del sueño
O si sueño todo el tiempo
Con 27 llaves encontré la fuente del perro
Ahí es donde pongo mi mano
la fragmentación

no esparcir, no, no, no
Espero que se laven, se laven
Tu sucio odio hasta el año que viene

no esparcir, no, no, no
Espero que se laven, se laven
Tu sucio odio hasta el año que viene
no difundir

(No difundir, no)
no difundir

Ví
tantas ventanas cerradas en el mundo
Y me acostumbré a la luz barroca del suelo
En este polvoriento suelo de recuerdos
Compré un par de alas
donándome por limosna

Se que la vida es corta
sin embargo mucho tiempo
estírame por la caída
de no querer caer
Por tantos errores problemáticos
rompiéndome en pedazos
donde estoy ausente
queriendo encontrarme

Y cuanto más me entiendo a mí mismo
Pero estoy asustado
Tener a mi madre en mi
Puede que sea solo al principio
Pero conozco mi mitad y mitad
esta siendo el hoyo
que siempre caigo al final

no esparcir, no, no, no
Espero que se laven, se laven
Tu sucio odio hasta el año que viene

no esparcir, no, no, no
Espero que se laven, se laven
Tu sucio odio hasta el año que viene

no difundir
(No difundir, no)
no difundir

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