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Batucada Brasileña

Jeferson Oliveira

Batuque Brasileiro

Esse forró
Batuque gingado, catingueiro
Esse forró
De sangue na raça brasileiro
Vai ter Xaxado e Baião
Vai ter Joci, Gonzagão
Vai ter Domingos, cocô, Jackson do Pandeiro

Já me dizia que a sétima maravilha
Que Deus abençoou na vida
É o danado do Forró
Sou forrozeiro, pé rachado, viroteiro, faço giro sou arteiro
Salto, pulo de um pé só

Esse forró
Batuque gingado, catingueiro
Esse forró
De sangue, na raça, brasileiro
Vai ter xaxado e baião
Vai ter Joci, Gonzagão
Vai ter domingo, cocô, Jackson do Pandeiro

Eu sou nortista da Bahia Sudoeste
Terra de cabra da peste Glauber Rocha e Elomar
Malungo sou trago na mala poesia
Faça chuva, se estia
Se tem forró eu chego lá

Batucada Brasileña

Este forró
Batucada con ritmo, catinguero
Este forró
De sangre en la raza brasileña
Habrá Xaxado y Baião
Habrá Joci, Gonzagão
Habrá Domingos, caca, Jackson do Pandeiro

Ya me decía que la séptima maravilla
Que Dios bendijo en la vida
Es el maldito Forró
Soy forrozeiro, pie partido, bailarín, hago giros soy artista
Salto, brinco de un pie

Este forró
Batucada con ritmo, catinguero
Este forró
De sangre, en la raza, brasileña
Habrá xaxado y baião
Habrá Joci, Gonzagão
Habrá domingo, caca, Jackson do Pandeiro

Soy nordestino de Bahía Sudoeste
Tierra de hombres rudos como Glauber Rocha y Elomar
Compañero soy, llevo en la maleta poesía
Haga lluvia, si cesa
Si hay forró, allá voy

Escrita por: Jéferson Oliveira