Minuano
No meio da noite um minuano você sente
E naquele momento estremece completamente.
Busca um lenimento p'ra um tormento ainda latente
Abre a parta tenso temendo o que há pela frente,
Mas é só você, só você.
O chão ecoa os seus passos sem parar
E você ouve um rumorejo que te faz congelar.
Alguém te dizendo "não adianta olhar p'ra trás",
Quem te desconcerta ao ponto de nunca ter paz
É só você, só você.
É só você.
E os pulsos só doem mais
São seus medos ancestrais
Quem em flashes - sonhos vãos- vão ter
Razão p'ra te relembrar
Que um dia ao tentar ter paz
Tingiu com pez teu renascer.
E os pulsos só doem mais,
São seus medos ancestrais
Que em flashes - sonhos vãos- vão ter
Razão p'ra te relembrar
Que um dia tentar ter paz
Tingiu com pez teu renascer.
Minuano
En medio de la noche sientes un minuano
Y en ese momento te estremeces por completo.
Buscas un alivio para un tormento aún latente
Abres la puerta tenso temiendo lo que hay por delante,
Pero eres solo tú, solo tú.
El suelo ecoa tus pasos sin parar
Y escuchas un murmullo que te hace congelar.
Alguien diciéndote 'no sirve de nada mirar atrás',
Quien te desconcierta al punto de nunca tener paz
Eres solo tú, solo tú.
Eres solo tú.
Y los pulsos duelen aún más
Son tus miedos ancestrales
Que en destellos - sueños vanos- tendrán
Motivo para recordarte
Que un día al intentar tener paz
Manchaste con brea tu renacer.
Y los pulsos duelen aún más,
Son tus miedos ancestrales
Que en destellos - sueños vanos- tendrán
Motivo para recordarte
Que un día al intentar tener paz
Manchaste con brea tu renacer.