CONVITE
Não precisava me lançar esse olhar de medo
Sinceramente eu jamais quis seu mal
Seus olhos são flechas que furam, ferem, me afetam
Será que eu te fiz mal?
Eu me pergunto se minha existência denuncia quem você teme ser (quem você teme ser?)
Será inveja ou desejo culpado, reprimido
E só você não quer ver? (Entregue-se)
Eu te convido amor a entrar no rio (no rio, no rio, comigo)
E se deixar levar
Perder-se pra se encontrar
Você pode encontrar a liberdade
E experimentar novas cores e sabores
E reinventar
Se reinventar
Sem ninguém pra te ditar
Se reinventar
Perder-se pra se encontrar
INVITACIÓN
No era necesario que me lanzaras esa mirada de miedo
Sinceramente, nunca quise hacerte daño
Tus ojos son flechas que perforan, hieren, me afectan
¿Acaso te hice daño?
Me pregunto si mi existencia delata a quién temes ser (¿a quién temes ser?)
¿Será envidia o deseo culpable, reprimido
Y solo tú no quieres ver? (Ríndete)
Te invito amor a entrar en el río (en el río, en el río, conmigo)
Y dejarte llevar
Perderte para encontrarte
Puedes encontrar la libertad
Y experimentar nuevos colores y sabores
Y reinventarte
Reinventarte
Sin nadie que te dicte
Reinventarte
Perderte para encontrarte