O Que Me Mata!
Ontem tudo parecia tão estranho para mim
Você apareceu não poderia ser melhor
Fez questão de me dizer o que eu queria ouvir
E a sua voz, abraçou meu coração
Foi tarde até para pensar em mim...
Quantas vezes achei que tudo era tão igual
E mal pensei em alguém eu poder me achar!
E quando mais precisei era você que estava ali...
Foi quando percebi, me entreguei
Sua voz me chamou, sua falta
O que me mata!
Foi quando percebi, me entreguei
Sua voz me chamou, sua falta
Que me mata!
O que me mata!
Sei o que sinto por você
Só tenho medo de ser tão sincero
Certos amores duram um verão
Mas te conheci no inverno
Vontade louca de estar com você
Tudo bem a gente sabe não é tão correto
Que culpa tem de você ser meu bem
Se é você quem eu quero
Se é você!
Foi quando percebi, me entreguei
Sua voz me chamou, sua falta
O que me mata!
Foi quando percebi, me entreguei
Sua voz me chamou, sua falta
Que me mata!
O que me mata!
Foi quando percebi, me entreguei
Sua voz me chamou, sua falta
Que me mata!
O que me mata!
¡Lo Que Me Mata!
Ayer todo parecía tan extraño para mí
Tú apareciste, no podría ser mejor
Te aseguraste de decirme lo que quería escuchar
Y tu voz abrazó mi corazón
Fue demasiado tarde incluso para pensar en mí...
Cuántas veces pensé que todo era tan igual
Y apenas pensé en alguien que pudiera encontrarme
Y cuando más necesitaba, eras tú quien estaba ahí...
Fue cuando me di cuenta, me entregué
Tu voz me llamó, tu ausencia
¡Lo que me mata!
Fue cuando me di cuenta, me entregué
Tu voz me llamó, tu ausencia
¡Lo que me mata!
¡Lo que me mata!
Sé lo que siento por ti
Solo tengo miedo de ser tan sincero
Algunos amores duran un verano
Pero te conocí en invierno
Un deseo loco de estar contigo
Está bien, sabemos que no es tan correcto
¿Qué culpa tienes de ser mi bien?
Si eres tú a quien quiero
¡Si eres tú!
Fue cuando me di cuenta, me entregué
Tu voz me llamó, tu ausencia
¡Lo que me mata!
Fue cuando me di cuenta, me entregué
Tu voz me llamó, tu ausencia
¡Lo que me mata!
¡Lo que me mata!
Fue cuando me di cuenta, me entregué
Tu voz me llamó, tu ausencia
¡Lo que me mata!
¡Lo que me mata!
Escrita por: Max Labrudi, Joan Sobral