As Três Marias
Ia ia ia e vinha. Vinha vinha e ia. Ia ia e vinha
Juro que eu não juro, nem de noite, nem de dia
Que estou desesperado com essas três Marias
Maria das Dores, do Socorro e do perdão
Sempre estão comigo em qualquer ocasião
Quando sinto Dores, Socorro é quem some primeiro
Perdão eu não encontro, vai pecando o dia inteiro
Fico chateado, vou subir pelas tabelas
Já não sei o que é que eu faço, eu quero é ficar sem elas
Trabalho acumula, e das Dores não se toca
Socorro está no zap, e Perdão só na fofoca
Que vida complicada, o negócio ficou feio
Já não sei o que é o que faço, pois já estou com o saco cheio
Pra você que está com pena, lhe ofereço sem demora
Leve todas pra sua casa, diga adeus e vá embora
Assim eu juro amigo, vou sair desse sufoco
Dou as três como presentes, sem querer nada de troco
Assim eu juro amigo, vou sair desse sufoco
Dou as três como presentes, sem querer nada de troco
Ia ia ia e vinha. Vinha vinha e ia. Ia ia e vinha
Ia ia ia e vinha. Vinha vinha e ia. Ia ia e vinha
Las Tres Marías
Ia ia ia y venía. Venía venía y ia. Ia ia y venía
Juro que no juro, ni de noche, ni de día
Que estoy desesperado con estas tres Marías
María de los Dolores, del Socorro y del perdón
Siempre están conmigo en cualquier ocasión
Cuando siento Dolores, Socorro es la primera en desaparecer
El perdón no lo encuentro, pecando todo el día
Me molesto, subo por las paredes
Ya no sé qué hacer, quiero estar sin ellas
El trabajo se acumula, y de los Dolores no se habla
Socorro está en el zap, y el Perdón solo en chismes
Qué vida complicada, la cosa se puso fea
Ya no sé qué hacer, porque ya estoy harto
Para ti que tienes compasión, te las ofrezco sin demora
Llévatelas a tu casa, despídete y vete
Así lo juro amigo, saldré de este aprieto
Doy las tres como regalo, sin esperar nada a cambio
Así lo juro amigo, saldré de este aprieto
Doy las tres como regalo, sin esperar nada a cambio
Ia ia ia y venía. Venía venía y ia. Ia ia y venía
Ia ia ia y venía. Venía venía y ia. Ia ia y venía
Escrita por: João Bosco do Nordeste