Triste Papel
Tão distante guardado no coração
Dividindo com a vida qualquer lugar
Vez por outra aparece um sonho qualquer
E me fala sorrindo, eu quero te ver
Me beija chorando, eu quero te ver
Na urgência do corpo, eu quero muito você
Tão guardado e distante do coração
Amassado na vida em qualquer lugar
É você o retrato
Não passa de um triste papel
Que esquecia de tudo ao anoitecer
Me beijava de leve ao amanhecer
E as promessas juradas
Que sofrimento você
Entranhada em minhas lembranças
E não dividiu o que eu sofri
Por todos tropeços que eu caí
Por todos os frutos que eu não vi
Eu não esqueci, não te esqueci
Não quero mais
Entranhada em minhas lembranças
E não dividiu o que eu sofri
Por todos tropeços que eu caí
Por todos os frutos que eu não vi
Eu não esqueci, não te esqueci
Não quero mais
Triste Papel
Tan distante guardado en el corazón
Compartiendo con la vida cualquier lugar
De vez en cuando aparece un sueño cualquiera
Y me habla sonriendo, quiero verte
Me besa llorando, quiero verte
En la urgencia del cuerpo, te deseo mucho
Tan guardado y distante del corazón
Arrugado en la vida en cualquier lugar
Eres tú el retrato
No eres más que un triste papel
Que olvidaba todo al anochecer
Me besaba suavemente al amanecer
Y las promesas juradas
¡Qué sufrimiento, tú!
Arraigada en mis recuerdos
Y no compartiste lo que sufrí
Por todos los tropiezos en los que caí
Por todos los frutos que no vi
No te olvidé, no te olvidé
No quiero más
Arraigada en mis recuerdos
Y no compartiste lo que sufrí
Por todos los tropiezos en los que caí
Por todos los frutos que no vi
No te olvidé, no te olvidé
No quiero más
Escrita por: Ricardo Leão / Otávio Daher / João Caetano