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Yo Vine de Allá del Nordeste

Daniel Maia (Gospel)

Eu Vim Lá do Nordeste

Eu vim lá do nordeste
Menino, seu moço, moleque, mulé, mulato
Matuto da mata da serra dos cabra-da-peste, dançando toré
Eu vim lá do, seu moço
Eu vim de lá do nordeste

Eu vim lá do nordeste
Agreste, campestre, sudeste me escute
Do barro, zabumba, capoeira
Do bumba meu boi, carnaval com frevo
Sanfona nos dedos
E nos pés de moleque
Eu vim de lá do nordeste

Eu vim de lá do nordeste
Do tempos que lavam-se as almas com as gotas do céu
Eu vim lá do nordeste, sim e vou repetir
Pois nem todos sabem como é tão lindo o país que se tornar
Nordeste

Eu vim de lá do nordeste
Lá dança guerreiro
Alcymar monteiro
Do suor do cheiro, do calor
Do chapéu, de palha no sol de setembro que tanto me aquece
Eu vim de lá do nordeste

São João dando vida a fogueira do povo com amor
E ninguém mais esquece, cantado gosto, mostrando com força
Seu valor

Eu vim de lá do nordeste
Eu vim de lá do nordeste
Eu digo, moldando, cantando, tecendo filé
Eu vim pra esse teste, com eco do coco do povo dos mestres
Eu vim lá do fogo
E eu vim lá do nordeste

Eu vim de lá do nordeste
Pra quem não percebe
Pra quem não me esquece mais
Eu vim lá das lagoas
Dos mangues aos montes para que completem
Quem vem cá de cantar o amor, minha paz informar, sossegar
Eu vim lá
Eu vim lá do nordeste

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Dundê dum dei oi dun denga dun dun denga dei dum doi oi

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Dundê dum dei oi dun denga dun dun denga dei dum doi oi

Dundaum dum dê
Dundaum dum dê
Dundaum dum dê

Dundaum dum dê deiê de dum dê dê dê

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Oh oh dei ô

Yo Vine de Allá del Nordeste

Yo vine de allá del nordeste
Niño, joven, chico, chica, mulato
Campesino de la selva de la sierra de los cabra-da-peste, bailando toré
Yo vine de allá, joven
Yo vine de allá del nordeste

Yo vine de allá del nordeste
Áspero, campestre, escucha al sureste
Del barro, zabumba, capoeira
Del bumba mi boi, carnaval con frevo
Acordeón en los dedos
Y en los pies de chico
Yo vine de allá del nordeste

Yo vine de allá del nordeste
De los tiempos en que se lavan las almas con las gotas del cielo
Yo vine de allá del nordeste, sí y lo repetiré
Porque no todos saben lo hermoso que es el país que se convierte
Nordeste

Yo vine de allá del nordeste
Allí baila guerrero
Alcymar Monteiro
Del sudor del olor, del calor
Del sombrero de paja en el sol de septiembre que tanto me calienta
Yo vine de allá del nordeste

San Juan dando vida a la hoguera del pueblo con amor
Y nadie olvida más, cantando con gusto, mostrando con fuerza
Su valor

Yo vine de allá del nordeste
Yo vine de allá del nordeste
Yo digo, moldeando, cantando, tejiendo filé
Vine para esta prueba, con eco del coco del pueblo de los maestros
Yo vine del fuego
Y yo vine de allá del nordeste

Yo vine de allá del nordeste
Para quien no percibe
Para quien no me olvida más
Yo vine de las lagunas
De los manglares a las montañas para que completen
Quienes vienen a cantar el amor, informar mi paz, tranquilizar
Yo vine allá
Yo vine de allá del nordeste

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Dundê dum dei oi dun denga dun dun denga dei dum doi oi

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Dundê dum dei oi dun denga dun dun denga dei dum doi oi

Dundaum dum dê
Dundaum dum dê
Dundaum dum dê

Dundaum dum dê deiê de dum dê dê dê

Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê
Lê lê lê lê lê lê lê lê lê

Oh oh dei ô

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