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Cien

João diCarvalho

Uma Centena

Meu coração ta de fazer dó
Ai que saudade do meu Moxoto
Do Pajeú e também do São Francisco
Do meu padim Padre Cícero
Novo Exu e Bodocó

Gonzaga não morreu
Renasce na folhagem de um novo poeta
Refloresce nos versos de uma centena
De caatinga e de canções

Renasce na folhagem de um novo poeta
Refloresce nos versos de uma centena
De caatingas e de sertões

Meu coração faz morada ali
Ai que saudade do meu cariri
No Araripe
Ou no Sertão Central
A saudade é sem igual
Não me apartarei de te

A voz do sertanejo
Pelo Brasil inteiro
Nos muitos sertões que eu vejo
Cantam Luiz Rei do Baião

Renasce na folhagem de um novo poeta
Refloresce nos versos de uma centena
De caatinga e de sertões

Pelo Brasil inteiro
Nos muitos sertões que vejo
Cantam Luiz Rei do Baião

Renasce na folhagem de um novo poeta
Refloresce nos versos de uma centena
De caatinga e de sertões

Cien

Mi corazón está para dar lástima
Ay, qué nostalgia de mi Moxoto
Del Pajeú y también del São Francisco
De mi padrino Padre Cícero
Nuevo Exu y Bodocó

Gonzaga no ha muerto
Renace en el follaje de un nuevo poeta
Reverdece en los versos de una centena
De la caatinga y de las canciones

Renace en el follaje de un nuevo poeta
Reverdece en los versos de una centena
De las caatingas y de los sertones

Mi corazón hace morada allí
Ay, qué nostalgia de mi cariri
En el Araripe
O en el Sertão Central
La nostalgia es sin igual
No me apartaré de ti

La voz del sertanejo
Por todo Brasil
En los muchos sertones que veo
Cantan Luiz Rey del Baião

Renace en el follaje de un nuevo poeta
Reverdece en los versos de una centena
De la caatinga y de los sertones

Por todo Brasil
En los muchos sertones que veo
Cantan Luiz Rey del Baião

Renace en el follaje de un nuevo poeta
Reverdece en los versos de una centena
De la caatinga y de los sertones

Escrita por: Alexandre Pé De Serra / João DiCarvalho / Joelson Lira