Minhas Queixas
Por quem eu vivo alegre sempre cantando
Os meus amigos há muito tempo querem saber
Com essa pergunta eles vivem me torturando
Porém agora eu pretendo responder
Quantas vezes estou com o coração sangrando
E com que sinto sem os amigos perceber
Fico cantando para não me ver chorando
E a minha cruz carregarei até morrer
Estou cumprindo fielmente o meu fadário
O meu destino é cantar eternamente
Meu violão, o companheiro relicário
Eu me desfaço com a sua voz dolente
Porém, amigos, todos tem o seu calvário
O passado vive sempre em nossa mente
Já disseram que eu sou um solitário
Ninguém no mundo é feliz completamente
Em cada frase destes versos que componho
É uma queixa que não será compreendida
Procuro ocultar os dias tristonhos
E esquecer as horas amargas desta vida
Quero também imortalizar todos os meus sonhos
A minha mágoa ficará sempre escondida
E só assim eu viverei feliz e risonho
E a minha história passará despercebida
Mis Quejas
Por quien vivo alegre siempre cantando
Mis amigos desde hace mucho tiempo quieren saber
Con esta pregunta me torturan constantemente
Pero ahora pretendo responder
Cuántas veces estoy con el corazón sangrando
Y con qué siento sin que mis amigos lo perciban
Sigo cantando para no verme llorando
Y mi cruz cargaré hasta morir
Estoy cumpliendo fielmente mi destino
Mi destino es cantar eternamente
Mi guitarra, compañera reliquia
Me deshago con su voz doliente
Pero, amigos, todos tienen su calvario
El pasado siempre vive en nuestra mente
Ya dijeron que soy un solitario
Nadie en el mundo es completamente feliz
En cada frase de estos versos que compongo
Es una queja que no será comprendida
Intento ocultar los días tristes
Y olvidar las horas amargas de esta vida
También quiero inmortalizar todos mis sueños
Mi pena siempre quedará oculta
Y solo así viviré feliz y risueño
Y mi historia pasará desapercibida
Escrita por: Ferreirinha / Quintino Elizeu