Cheiro do Mato
Gota de orvalho faz crescer o galho
Que plantei no chão
Mimosa me dê teu cheiro
Hoje tu és rosa ontem foi botão
Eu não perdi o tato do cheiro do mato
E nem ganhei a luta
Beijo à natureza mãe da framboesa
E de tua fruta
Mimosa por isso é que eu luto
Para comer o fruto da minha plantação
De janeiro a janeiro eu sou bandoleiro
Desse teu perfume
No desabrochar toda noite eu vou lá
Feito vagalume
Aroma del Campo
La gota de rocío hace crecer la rama
Que planté en el suelo
Mimosa, dame tu aroma
Hoy eres rosa, ayer eras capullo
No he perdido el olfato del aroma del campo
Y no he ganado la batalla
Beso a la naturaleza, madre de la frambuesa
Y de tu fruto
Mimosa, por eso lucho
Para comer el fruto de mi plantación
De enero a enero soy un bandido
De tu perfume
En el florecer, cada noche voy allí
Como luciérnaga
Escrita por: João Barbosa / João Kyor