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Antiexilio (parte. El Teatro Mágico)

João Liossi & O Coração Selvagem

Antiexílio (part. O Teatro Mágico)

Eu não quero ir pra outro lugar
Eu não sou desses de desesperar
Não vou me vestir, não pego avião
A minha carne é dura de opinião

Eu não vou sumir, meu mistério é
Amar os homens, escrever contra a maré
Podem me bater, tentem me banir
Que as minhas cordas não te deixarão dormir
Que as minhas costas não são pra você subir

Faço minha prece sobre um precipício
Eu penso, e talvez seja por isso
Abro a boca, canto pra arrebentar
A corda escrota feita pra enforcar

Eu não quero ir pra outro lugar
Eu não sou desses de desesperar
Não vou me vestir, eu não pego avião
A minha carne é dura de opinião

Eu não vou sumir, meu mistério é
Amar os homens e escrever contra a maré
Podem me bater, tentem me banir
Que as minhas cordas não te deixarão dormir
Que as minhas costas não são pra você subir

Faço minha prece sobre um precipício
Eu penso, e talvez seja por isso
Abro a boca, canto pra arrebentar
A corda escrota feita pra enforcar
A corda escrota feita, pronta pra enforcar

Faço minha prece sobre um precipício
Eu penso, e talvez seja por isso
Abro a boca, canto pra arrebentar
A corda escrota feita pra enforcar
A corda escrota feita, pronta pra enforcar

Antiexilio (parte. El Teatro Mágico)

No quiero ir a otro lugar
No soy de los que se desesperan
No me voy a vestir, no tomo aviones
Mi carne es firme en opinión

No voy a desaparecer, mi misterio es
Amar a los hombres, escribir en contra de la corriente
Pueden golpearme, intentar desterrarme
Pero mis cuerdas no te dejarán dormir
Mis espaldas no son para que te subas

Hago mi plegaria al borde de un precipicio
Pienso, y tal vez sea por eso
Abro la boca, canto para romper
La cuerda asquerosa hecha para ahorcar

No quiero ir a otro lugar
No soy de los que se desesperan
No me voy a vestir, no tomo aviones
Mi carne es firme en opinión

No voy a desaparecer, mi misterio es
Amar a los hombres y escribir en contra de la corriente
Pueden golpearme, intentar desterrarme
Pero mis cuerdas no te dejarán dormir
Mis espaldas no son para que te subas

Hago mi plegaria al borde de un precipicio
Pienso, y tal vez sea por eso
Abro la boca, canto para romper
La cuerda asquerosa hecha para ahorcar
La cuerda asquerosa hecha, lista para ahorcar

Hago mi plegaria al borde de un precipicio
Pienso, y tal vez sea por eso
Abro la boca, canto para romper
La cuerda asquerosa hecha para ahorcar
La cuerda asquerosa hecha, lista para ahorcar

Escrita por: João Liossi