Zingara
Lê nas minhas mãos, Zingara,
Diz me logo que destino o meu.
Fala de quem amo,
Eu nada reclamo,
Por que sei que ela,
Não me pertence mais.
Vê se nos meus olhos,Zingara,
Brilha o ouro,
Dos cabelos seus.
Diz-me se ela volta,
E se pensa em mim,
Diz-me agora no devo crer.
Se está escrito
Que a perderei,
Como neve ao sol,
Estarei tão só,
Até quando?...
Lê nas minhas mãos, Zingara,
Traço a traço o que será de mim.
Meu amor não cança,
Dá-me a esperança,
Que eu preciso só,
Para viver.
Se está escrito
Que a perderei,
Como neve ao sol,
Estarei tão só,
Até quando?...
Lê nas minhas mãos, Zingara,
Traço a traço o que será de mim.
Meu amor não cança,
Dá-me a esperança,
Que eu preciso só,
Para viver.
Gitana
Lee en mis manos, Gitana,
Dime pronto cuál es mi destino.
Habla de quien amo,
Yo no me quejo,
Porque sé que ella,
Ya no me pertenece.
Mira en mis ojos, Gitana,
Brilla el oro,
De sus cabellos.
Dime si ella regresará,
Y si piensa en mí,
Dime ahora si debo creer.
Si está escrito
Que la perderé,
Como nieve al sol,
Estaré tan solo,
¿Hasta cuándo?...
Lee en mis manos, Gitana,
Tramo a tramo lo que será de mí.
Mi amor no se cansa,
Dame la esperanza,
Que necesito solo,
Para vivir.
Si está escrito
Que la perderé,
Como nieve al sol,
Estaré tan solo,
¿Hasta cuándo?...
Lee en mis manos, Gitana,
Tramo a tramo lo que será de mí.
Mi amor no se cansa,
Dame la esperanza,
Que necesito solo,
Para vivir.
Escrita por: Albertelli / Ricardi- Nazareno De Brito