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Mi Opala Negro

João Mineiro e Marciano

O Meu Opala Preto

Somente as paredes são as minhas testemunhas
Das noites em que passo na mais negra solidão
De dentro do meu quarto ouço o vento no espaço
Me representa a voz da dona do meu coração

Então abro a janela vendo que ninguém me chama
Saio em meu carro a correr pela cidade
É mais uma jornada neste meu opala preto
Mais uma madrugada em minha triste mocidade

E quando um novo dia amanhece estou cansado
Com o corpo abatido sem motivo pra viver
Nas águas e nas flores no sorriso da criança
Eu vejo o semblante da mulher do meu sofrer

Então abro a janela vendo que ninguém me chama
Saio em meu carro a correr pela cidade
É mais uma jornada neste meu opala preto
Mais uma madrugada em minha triste mocidade

Mi Opala Negro

Solo las paredes son mis testigos
De las noches en las que paso en la más profunda soledad
Desde mi habitación escucho el viento en el espacio
Representa la voz de la dueña de mi corazón

Así que abro la ventana viendo que nadie me llama
Salgo en mi auto corriendo por la ciudad
Es solo otro viaje en mi opala negro
Otra madrugada en mi triste juventud

Y cuando un nuevo día amanece estoy cansado
Con el cuerpo abatido sin razón para vivir
En las aguas y en las flores, en la sonrisa del niño
Veo el rostro de la mujer de mi sufrimiento

Así que abro la ventana viendo que nadie me llama
Salgo en mi auto corriendo por la ciudad
Es solo otro viaje en mi opala negro
Otra madrugada en mi triste juventud

Escrita por: Marciano / Waldemar De Freitas Assunção