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Amor Clandestino / Las Paredes Azules (part. Islan e Alberto)

João Moreno e Mariano

Amor Clandestino / As Paredes Azuis (part. Islan e Alberto)

Quando a porta se abrir
Você vai sair e pedir que eu esqueça
Toda vez é assim, vai fugindo de mim
Quase perco a cabeça

Quando o relógio avisa
Visto a minha camisa
Me escondo da dor
Nem bem a porta se fecha
Você me esquece no elevador

Fica a sensação
Que essa nossa paixão
É um caso sem jeito
Pra te amar outra vez
Lembro o que a gente fez
Te procuro no peito

Só encontro um vazio
Feito um peixe sem rio
Me falta um pedaço
Sinto então sua boca
E o meu corpo sem roupa
Dentro do seu abraço

Esse amor de momento
Quase nunca tem tempo
É feito às pressas
Não divide segredos
Não tem paz nem sossego
Não admite promessas

Esse amor clandestino
Faz de mim um menino
Que ao dormir, também chora
E adormece querendo
Te ouvir me dizendo
Nunca mais vou embora

Já se vai
Mais de uma semana sem você
E eu aqui lutando pra esquecer
Tentando enganar meu coração

Entre nós
Tudo se tornou um caso sério
Que por fim foi terminar em adultério
Que muita gente chama de traição

Aqui todas as paredes são azuis
Aquela mesma cor que escolhemos
Tudo ainda está do mesmo jeito
Apenas teu amor que hoje é menos

Resta uma saudade sem igual
Fumaça de cigarro em caracol
O gosto do seu corpo está na boca
Seu cheiro ainda está no meu lençol

Resta uma saudade sem igual
Fumaça de cigarro em caracol
O gosto do seu corpo está na boca
Seu cheiro ainda está no meu lençol

Amor Clandestino / Las Paredes Azules (part. Islan e Alberto)

Cuando la puerta se abra
Vas a salir y pedir que olvide
Siempre es así, huyendo de mí
Casi pierdo la cabeza

Cuando el reloj avisa
Me pongo mi camisa
Me escondo del dolor
Apenas se cierra la puerta
Me olvidas en el elevador

Queda la sensación
De que esta pasión
Es un caso sin rumbo
Para amarte otra vez
Recuerdo lo que hicimos
Te busco en el pecho

Solo encuentro un vacío
Como un pez sin río
Me falta un pedazo
Siento entonces tu boca
Y mi cuerpo sin ropa
Dentro de tu abrazo

Este amor de momento
Casi nunca tiene tiempo
Es hecho a las carreras
No comparte secretos
No tiene paz ni sosiego
No admite promesas

Este amor clandestino
Me hace un niño
Que al dormir, también llora
Y se duerme queriendo
Escuchar de ti
Nunca más me iré

Ya se va
Más de una semana sin ti
Y yo aquí luchando por olvidar
Intentando engañar a mi corazón

Entre nosotros
Todo se volvió un caso serio
Que al final terminó en adulterio
Que mucha gente llama traición

Aquí todas las paredes son azules
Ese mismo color que elegimos
Todo sigue igual
Solo tu amor que hoy es menos

Queda una nostalgia sin igual
Humo de cigarro en espiral
El sabor de tu cuerpo está en mi boca
Tu aroma aún está en mi sábana

Queda una nostalgia sin igual
Humo de cigarro en espiral
El sabor de tu cuerpo está en mi boca
Tu aroma aún está en mi sábana

Escrita por: César Augusto, Marciano, Darci Rossi