A Dona do Bar
Eu não me importo com a luz do sol
Que bate no meu rosto quando fecha o bar
Na sala de estar vou repousar
Enquanto garfos e buzinas vão me atrapalhar
Dia após dia quero levantar
Encontrar um carteado e te abandonar
Vem comigo que eu vou te mostrar
Que não precisa passaporte pra viajar
Não penso em ir agora, mas sei que passou da hora
Eu tento abrir a porta mas só você que sabe como me acalmar
Pros seus amigos eu não sou espelho
Não quero ser modelo pra sua lucidez
A minha sorte já ficou vencida
Nos bares da cidade curo minhas feridas
La Dueña del Bar
No me importa la luz del sol
Que golpea mi rostro cuando cierra el bar
En la sala de estar descansaré
Mientras tenedores y bocinas me molestan
Día tras día quiero levantarme
Encontrar un juego de cartas y abandonarte
Ven conmigo que te mostraré
Que no necesitas pasaporte para viajar
No pienso irme ahora, pero sé que ya es hora
Intento abrir la puerta pero solo tú sabes cómo calmarme
Para tus amigos no soy un espejo
No quiero ser modelo para tu lucidez
Mi suerte ya está echada
En los bares de la ciudad curo mis heridas
Escrita por: Alex Lemos / Filipe Kirinus