Sansão
Eu vivi a insustentável fraqueza
De um força instável e volátil
De um homem cujo o sonho é falho
Que andava se apoiando em seu braço
Derrubando o inimigo apenas no olhar
Se o burro se queixasse a queixada iria o matar
Se eu cair, levantarei
Pois força não é minha é do meu Rei
Não vou mentir
Pois conhece minha angústia antes "d’eu" existir
Reconheço, sou fraco, incapaz de vencer
Perdão por trair aquele que tanto me amou
Peço uma última vez, dai-me a força para matar esse filisteu.
Faz crescer novamente as traças da aliança
Ah! Sou Sansão, vou matar o inimigo com uma mão
Minha força vem de Cristo
É só Ele que eu sirvo
Sansón
Viví la insoportable debilidad
De una fuerza inestable y volátil
De un hombre cuyo sueño es fallido
Que caminaba apoyándose en su brazo
Derribando al enemigo solo con la mirada
Si el burro se quejaba, la quijada lo mataría
Si caigo, me levantaré
Pues la fuerza no es mía, es de mi Rey
No mentiré
Pues conoce mi angustia antes de existir
Reconozco, soy débil, incapaz de vencer
Perdón por traicionar a aquel que tanto me amó
Pido una última vez, dame la fuerza para matar a este filisteo
Haz crecer de nuevo los mechones de la alianza
¡Ah! Soy Sansón, mataré al enemigo con una mano
Mi fuerza viene de Cristo
Es a Él a quien sirvo
Escrita por: Jonathas Campos