Filho Pródigo
Sua casa ele deixou,
Bem distante foi morar
Quem o amava desprezou, nem parou para pensar
E a herança que ganhou pouco a pouco se acabou
Diversão foi o que pensou.
Suas vestes estavam sujas, seu calçado se rasgou
Os amigos lhe deixaram numa senda de horror
Sua fome era intensa e dos porcos sobejou
Do seu pai então se lembrou.
Coro
Pai!Eu sei que errei demais.
Fiz tudo o que eu quis te fiz tão infeliz,
Não te deixei em paz,
Não sou digno de ser chamado filho teu.
Pai!Eu sei que fraco sou,
Perdoa por favor, me aceita como estou
Pelo menos como servo.
Fala:
E reconhecendo sua falha foi estar com seu pai e vinha ele ainda longe quando seu pai o avistou que de íntima compaixão correu, o abraçou, o beijou, e ordenou que lhe calçassem os pés colocou um anel no seu dedo simbolizando uma nova herança, também mandou matar um bezerro cevado e disse:
-Vamos comer e nos alegrar,porque este é meu filho que estava morto e reviveu,estava perdido e foi encontrado!
E juntos começaram a celebrar...
Hijo Pródigo
Dejó su casa,
Se fue a vivir lejos
Despreció a quienes lo amaban, ni siquiera pensó
Y la herencia que recibió poco a poco se agotó
Pensó en diversión.
Sus ropas estaban sucias, sus zapatos se rompieron
Sus amigos lo abandonaron en un camino de horror
Tenía un hambre intensa y ansiaba la comida de los cerdos
Entonces se acordó de su padre.
Coro
¡Padre! Sé que he cometido muchos errores.
Hice todo lo que quise, te hice tan infeliz,
No te dejé en paz,
No soy digno de ser llamado tu hijo.
¡Padre! Sé que soy débil,
Por favor, perdóname, acéptame como soy
Al menos como siervo.
Fala:
Y reconociendo su error, fue a estar con su padre y aún estaba lejos cuando su padre lo vio, corrió con compasión interna, lo abrazó, lo besó, y ordenó que le pusieran zapatos en los pies, le puso un anillo en el dedo simbolizando una nueva herencia, también mandó a matar un ternero engordado y dijo:
- ¡Vamos a comer y alegrarnos, porque este es mi hijo que estaba muerto y ha vuelto a la vida, estaba perdido y ha sido encontrado!
Y juntos comenzaron a celebrar...
Escrita por: Enneyas Custódio