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Zé Canjica

Jorge Ben Jor

Zé Canjica

Está chovendo e a chuva vai molhar alguém
Que outrora caia toda molhada
Nos braços meus

Não é verdade não, não pode ser
Não é verdade não, não pode ser

Silêncio
Vai embora!
Me deixa
Perdão
Silêncio
Vai embora!
Me deixa
Perdão

Me desculpem meus amigos, gente
Se eu estou confuso e triste
E até mal humorado

Mas é que eu já não sou
Namorado do meu amor

Sei que a minha maré não está pra peixe
Mas eu não vou desistir de pescar porque
Pois ainda resta em mim um fio de esperança e a vontade de viver

Pra conseguir conquistar novamente ela
Pra conseguir conquistar novamente ela

Silêncio
Vai embora!
Me deixa
Perdão

Silêncio
Vai embora!
Me deixa
Perdão

Mas é que eu já não sou
O Zé Canjica do meu amor
Mas é que eu já não sou
O Zé Canjica do meu amor
Silêncio vai embora me deixa perdão

Zé Canjica

Está lloviendo y la lluvia va a mojar a alguien
Que antes caía toda empapada
En mis brazos

No es verdad, no puede ser
No es verdad, no puede ser

Silencio
¡Vete!
Déjame
Perdón
Silencio
¡Vete!
Déjame
Perdón

Perdónenme mis amigos, gente
Si estoy confundido y triste
Y hasta de mal humor

Pero es que ya no soy
El novio de mi amor

Sé que mi suerte no está para peces
Pero no voy a rendirme en la pesca porque
Aún queda en mí un hilo de esperanza y las ganas de vivir

Para poder conquistarla de nuevo
Para poder conquistarla de nuevo

Silencio
¡Vete!
Déjame
Perdón

Silencio
¡Vete!
Déjame
Perdón

Pero es que ya no soy
El Zé Canjica de mi amor
Pero es que ya no soy
El Zé Canjica de mi amor
Silencio, ¡vete! déjame, perdón

Escrita por: Jorge Ben Jor