AQUELE LUGAR
Aquele lugar
Aquele lugar
Não quero voltar (yawh)
Não vou voltar
Tempos difíceis
Coração todo distante
Maldade no olhar
Mísseis num instante pra matar
E foi sinistro
Diabo no ouvido
Pilhando motivo
Ministro do temido abusivo
Fui guerreiro
Forte o tempo inteiro
Fui valente
Nada importou pra me deixar contente
Tô ouvindo algo quente
(Shh, ah)
Lembranças dum passado horroroso
Fazem eu me lembrar porque sou esse ser odioso
Raiva guardada, muita mágoa
Muita gente otária deixada pra trás
Na caminhada poucos que se salva
Marcas de guerra guardadas
Monstro trancafiado a sete chaves
Debaixo do chão
Verdade, transformado
Do ódio, o sermão
(E-e-eu não-não, e-e-eu n-não)
Eu não tô aqui pra me explicar
O que ficou, não vai voltar
E eu jamais voltarei pra lá
Se era um lar, abrir asas e voar
Vou sair daqui
Eu tenho todo um mar a me esperar
O limite é o céu e eu vou respirar
E não por aparelhos
Mesmo que com olhos vermelhos
Todo mundo tem seus erros
O pior é aquele que acha que nunca vai errar
E quando errar vai apontar alguém pra culpar
Se aproveitar dos papo torto
Da sociedade dos poeta morto
Filósofos da pedra, da mulher
Que servem ao diabo e não tem fé
Só quando se favorecem em algo
Fazem algo, né
(Si-, huh)
Sentimentos altruístas
Pena (awh)
Pensamentos homicidas
Temos (bawh)
ESE LUGAR
Ese lugar
Ese lugar
No quiero volver (yawh)
No voy a volver
Tiempos difíciles
Corazón todo distante
Malicia en la mirada
Misiles en un instante para matar
Y fue siniestro
Diablo en el oído
Buscando motivos
Ministro del temido abusivo
Fui guerrero
Fuerte todo el tiempo
Fui valiente
Nada importó para dejarme contento
Estoy escuchando algo caliente
(Shh, ah)
Recuerdos de un pasado horroroso
Me hacen recordar por qué soy este ser odioso
Rabia guardada, mucho rencor
Mucha gente tonta dejada atrás
En el camino pocos se salvan
Marcas de guerra guardadas
Monstruo encerrado a siete llaves
Debajo del suelo
Verdad, transformado
Del odio, el sermón
(Yo-no-no, yo-no-no)
No estoy aquí para explicarme
Lo que quedó, no va a volver
Y jamás volveré para allá
Si era un hogar, abrir alas y volar
Voy a salir de aquí
Tengo todo un mar que me espera
El límite es el cielo y voy a respirar
Y no por aparatos
Aunque con ojos rojos
Todo el mundo tiene sus errores
Lo peor es aquel que cree que nunca va a errar
Y cuando erra, va a señalar a alguien para culpar
Aprovecharse de las charlas torcidas
De la sociedad de los poetas muertos
Filósofos de piedra, de la mujer
Que sirven al diablo y no tienen fe
Solo cuando les favorece en algo
Hacen algo, ¿no?
(Si-, huh)
Sentimientos altruistas
Pena (awh)
Pensamientos homicidas
Tenemos (bawh)
Escrita por: João Victor da Conceição Corrêa