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Símbolo (Miradas Invisibles)

Jotavenoy

Símbolo (Olhares Invisíveis)

Ídolo
Símbolo
Ótimo
Plástico

Esses olhares vem em minha direção
De todos lugares, bro, tô sem condição
Eles sabem quem eu sou
Mais do que eu
Jamais ateu à crença alheia
Não me corrompeu

Mas em qual teia acreditar?
Crença consegue ser tão maligna
Sinto o magma
Olhares a me atacar

Onde estão?
Onde se escondem?
Ratos no porão
Atrás da tela
Vendo um vídeo
Atrás do vidro

Ídolo, ídolo
Símbolo, símbolo
Ótimo, ótimo
Plástico, plástico
Ouve
Rasgo

Tô numa sede, numa broca, mano, ó o tamanho da fome
Sede do teu toca-disco, cê vai ouvir falar do meu nome
Me acompanhe
Campainha da compania limitada
Consciência ilimitada
No sapatin, nunca na parada
E o vetin me escuta em casa

Um passarinho me contou que fugi do ninho
De presa a predador, iluminismo lindo
Consumismo indo
Gripe de menino
Mesmo com vinte e cinco
Talvez com trinta e cinco

Olhares só contra mim, então me chama
Ciclo que se repete enfim, termina na cama
Viciado em beber somente da taça
Fora de mim, dentro de ti, eu faço a farra

Sinto olhares invisíveis
Sabe, entorpeci os males
Mares invencíveis
Olhares invisíveis
Olhares invisíveis, sinto
Sinto mares

Símbolo (Miradas Invisibles)

Ídolo
Símbolo
Genial
Plástico

Esas miradas vienen en mi dirección
De todos lados, bro, ya no tengo condición
Ellos saben quién soy
Más que yo
Jamás ateo a la fe ajena
No me corrompió

Pero en qué red creer?
La fe puede ser tan maligna
Siento el magma
Miradas atacándome

¿Dónde están?
¿Dónde se esconden?
Ratas en el sótano
Detrás de la pantalla
Viendo un video
Detrás del vidrio

Ídolo, ídolo
Símbolo, símbolo
Genial, genial
Plástico, plástico
Escucha
Rasgo

Estoy en una sed, en una bronca, mano, mira el tamaño del hambre
Sed de tu tocadiscos, vas a oír hablar de mi nombre
Acompáñame
Campana de la compañía limitada
Conciencia ilimitada
En zapatillas, nunca en la parada
Y el vecino me escucha en casa

Un pajarito me contó que huí del nido
De presa a depredador, iluminismo lindo
Consumismo yendo
Gripe de niño
Aún con veinticinco
Quizás con treinta y cinco

Miradas solo contra mí, entonces llámame
Ciclo que se repite al fin, termina en la cama
Viciado en beber solo de la copa
Fuera de mí, dentro de ti, hago la fiesta

Siento miradas invisibles
Sabes, entorpecí los males
Mares invencibles
Miradas invisibles
Miradas invisibles, siento
Siento mares

Escrita por: João Victor da Conceição Corrêa