Fora da Curva
Cheia de ideia, louca da silva
Do tipo maluca
Toda confusa, fora da curva
No centro de si
Eu nunca senti que fizesse parte
Da manada do mundo
Sou inadequada, descabelada
Cabeça de vento
Solto uma manota, um ato falho
Tropeço no auge
Sou estabanada, desengonçada
Biruta, selvagem
Não me encaixo
Eu não me acho
Sempre de lado
Sem caber no sistema
Não me espera
Que eu não prometo nada
Sempre dispersa
Mas atenta ao que interessa
Cheia de ideia, louca da silva
Do tipo maluca
Toda confusa, fora da curva
No centro de si
Eu nunca senti que fizesse parte
Da manada do mundo
Sou inadequada, descabelada
Cabeça de vento
Não me encaixo
Eu não me acho
Sempre de lado
Sem caber no sistema
Não me espera
Que eu não prometo nada
Sempre dispersa
Mas atenta ao que interessa
Fuera de lo común
Llena de ideas, loca de remate
Del tipo loca
Totalmente confundida, fuera de lo común
En el centro de sí
Nunca sentí que perteneciera
Al rebaño del mundo
Soy inadecuada, desarreglada
Cabeza de aire
Suelto una tontería, un acto fallido
Tropiezo en la cima
Soy torpe, desgarbada
Despistada, salvaje
No encajo
No me encuentro
Siempre al margen
Sin encajar en el sistema
No me esperes
Porque no prometo nada
Siempre dispersa
Pero atenta a lo que importa
Llena de ideas, loca de remate
Del tipo loca
Totalmente confundida, fuera de lo común
En el centro de sí
Nunca sentí que perteneciera
Al rebaño del mundo
Soy inadecuada, desarreglada
Cabeza de aire
No encajo
No me encuentro
Siempre al margen
Sin encajar en el sistema
No me esperes
Porque no prometo nada
Siempre dispersa
Pero atenta a lo que importa
Escrita por: Guilherme Lírio / Julia Branco