Garimpeiro
Eu vou embora
Não sei quando voltar
Vou sair pelo mundo
Eu vou garimpar
Na 4° vez eu declaro
Preste bem minha atenção
A vida dos garimpeiros
Que por esse mundo estão
Trabalhando dia e noite
Para facilitar o pão
É uma vida de amargura
Todos podem acreditar
Principalmente aqueles
Que saem pra garimpar
Quando o garimpeiro é manso
Trabalha tranquilizado
Porém quando ele é brabo
No serviço ele é forçado
O quadro de um coitado
Termina sendo rasgado
Quando é de tardezinha
Volta pra seu barracão
Vai comer a sua comida
Só tem arroz e feijão
Vai dormir na sua rede
Com uma dor no coração
Lembrando a sua esposa
Que ficou no Maranhão
Maranhão (uouou)
(Este é o Maranhão)
Maranhão (uouou)
(Com uma dor no coração)
(Sei que aqui não fico não)
Buscador de Oro
Yo me voy
No sé cuándo volveré
Voy a recorrer el mundo
Voy a buscar oro
En la cuarta vez lo declaro
Presta bien atención
La vida de los buscadores de oro
Que por este mundo van
Trabajando día y noche
Para ganarse el pan
Es una vida de amargura
Todos pueden creer
Principalmente aquellos
Que salen a buscar oro
Cuando el buscador es tranquilo
Trabaja relajado
Pero cuando se enoja
En el trabajo es forzado
El cuadro de un pobre
Termina siendo destrozado
Cuando es de tardecita
Regresa a su barraca
Va a comer su comida
Solo hay arroz y frijoles
Va a dormir en su hamaca
Con un dolor en el corazón
Recordando a su esposa
Que quedó en Maranhão
Maranhão (uouou)
(Este es Maranhão)
Maranhão (uouou)
(Con un dolor en el corazón)
(Sé que aquí no me quedo)