Quadro Preto Fosco
Maqueio a felicidade em meu rosto
Eu tento me conformar
Mesmo sabendo que ninguém vem me ajudar
Sou um quadro preto fosco!
Onde só escuridão eu pudesse enxergar
Não há luz pra se guiar
Como um quarto escuro e morto
E a luz do fim do túnel? Onde está?
Não é noite escura com estrela a brilhar?
Tudo repete de novo
Ainda me sinto perdido e me falta ar
Não há como respirar
Aqui sinto cheiro de esgoto
Cantar em show pra ninguém? Cansei!
É como escrever pra minha ex
Perdi o lápis dela no estojo
É um quadro branco e sujo
Estou sem pincel e tintas também!
Não entendeu meu bem?
Aproveita esse esboço
O cenário é uma farsa!
Os textos do roteiro é tudo uma farsa!
A trilha sonora é uma farsa!
Vou nem comentar sobre as falas
Fomos feitos pra enganar você
E você cai como um tolo!
É só a cereja do bolo!
Que com uma mordida
Vomitam de novo!
Você é como um quadro que é preto fosco
Eu sou como um quadro que é preto fosco
Nós somos como um quadro que é preto fosco
Roubaram o brilho do quadro de novo!
Cuadro Negro Mate
Maqueo la felicidad en mi rostro
Intento conformarme
Aunque sé que nadie vendrá a ayudarme
¡Soy un cuadro negro mate!
Donde solo veo oscuridad
No hay luz para guiarme
¿Como un cuarto oscuro y muerto?
¿Y la luz al final del túnel? ¿Dónde está?
¿No es una noche oscura con estrellas brillando?
Todo se repite de nuevo
Todavía me siento perdido y me falta aire
No puedo respirar
Aquí huele a alcantarilla
¿Cantar en un show para nadie? ¡Me cansé!
Es como escribirle a mi ex
Perdí su lápiz en el estuche
Es un cuadro blanco y sucio
¡Estoy sin pincel y sin pinturas también!
¿No entendiste, mi amor?
Aprovecha este boceto
¡El escenario es una farsa!
¡Los textos del guion son una farsa!
¡La banda sonora es una farsa!
Ni hablar de las líneas
Fuimos hechos para engañarte
¡Y caes como un tonto!
¡Es solo la cereza del pastel!
Que con un mordisco
¡Vuelven a vomitar!
Eres como un cuadro que es negro mate
Soy como un cuadro que es negro mate
Somos como un cuadro que es negro mate
¡Robaron el brillo del cuadro de nuevo!
Escrita por: Jefferson Maurício