Manir além de mim, fosse eu capaz
Forte e inacessível ao eu algaz
Mas se o eu me assalta, como ter paz?
Mas se o eu me assalta, como ter paz?
Não seja a consciência submissa jaz
Manir além de mim, fosse eu capaz
Forte e inacessível ao eu algaz
Mas se o eu me assalta, como ter paz?
Mas se o eu me assalta, como ter paz
Não seja a consciência submissa jaz
Se ambos somos reis, que outro fim
Se ambos somos reis, que outro fim salvo a abdicar-me de mim?