A velha rotina
A velha rotina
Todo dia ao acorda
Calço meu sapato, vou comprar pão...
Volto para casa tomo café...
Vou ver o que tem de bom na televisão
Mas logo tenho que sair...
Tenho que seguir a velha rotina!
Mas logo tenho que sair...
Tenho que seguir a velha rotina!
Parece que tudo sempre vai ser assim...
Parece que tudo soa como naftalina!
Tenho que sair pra trabalhar...
Vou dar uma passada na banca da esquina
Um jornal eu vou comprar
Às vezes eu me pego lendo o boletim de economia
Sigo andando não posso parar...
Às vezes eu me esqueço do que eu fazia
Logo lembro que tenho que trabalhar
Logo, logo tenho que me preocupar...
Com a porra da aposentadoria
Eu acho que me esqueci, do que vinha fazer aqui...
Eu acho que me esqueci, do que vinha fazer aqui...
Passei a vida fazendo a mesma coisa
O que muda são os dias e a pessoas
Às vezes acho... Que eu não sei pra onde ir
Às vezes eu me sinto longe...
Às vezes tenho vontade de ir:
Pra bem longe... longe daqui!
La vieja rutina
La vieja rutina
Cada día al despertar
Me pongo mis zapatos, voy a comprar pan...
Vuelvo a casa, tomo café...
Voy a ver qué hay de bueno en la televisión
Pero pronto tengo que salir...
¡Tengo que seguir la vieja rutina!
Pero pronto tengo que salir...
¡Tengo que seguir la vieja rutina!
Parece que todo siempre será así...
Parece que todo suena a naftalina!
Tengo que salir a trabajar...
Voy a pasar por el quiosco de la esquina
Compraré un periódico
A veces me encuentro leyendo el boletín de economía
Sigo caminando, no puedo parar...
A veces me olvido de lo que estaba haciendo
Luego recuerdo que tengo que trabajar
Pronto, pronto tengo que preocuparme...
Con la maldita jubilación
Creo que olvidé por qué vine aquí...
Creo que olvidé por qué vine aquí...
He pasado la vida haciendo lo mismo
Lo que cambian son los días y las personas
A veces pienso... Que no sé a dónde ir
A veces me siento lejos...
A veces tengo ganas de ir:
¡Muy lejos... lejos de aquí!
Escrita por: Beto Arandas