Homenagem de Março
Dado o laudo, respeita as mina, seus arrombado
Aumenta o saldo de cada mina do nosso lado
Pra cada mina em honorários
Não vai ter 30% por cento a menos nesse salário
Foda-se sua indústria e seu mercado de trabalho
Eu vim pra por pra cima autoestima e legado
Eu vim levar pra cima cada dígito roubado
É nosso, porra! Negócios, porra!
Cês nunca vão entender que o que é nosso ta guardado
Bem longe de você e seu espaço miguelado
O que é nosso ta guardado, já tomamo de assalto
Nois veio abrir fronteira, afrontar, quebrar barreira
Enfrentar, trazer pra cá cada malote pras guerreira
Chuta o saco de macho que acha que é brincadeira
Que não vai chamar de puta sem beijar minha soleira
Então rasteja, o que nois deseja, se unifica
Por onde seja, o que nois planeja, a rua indica
Pega o que ce aprendeu na igreja e segue uma dica
Ou eu vou abrir sua mente ou eu vou corta sua pica
Desacredita? Não desacredita
Poder é só um detalhe, eu vim matá esses parasita
Não desacredita, não desacredita
Dinheiro é só um detalhe, eu vim matar o que nos limita
Me ligaram em março
Comportamento típico de macho
Mano, cê num entende o que eu faço
Fuck you, você pensa que é fácil?
Podia até me poupar do esculacho
Tá passando vergonha, só acho
Que você mereceu, seu lineup perdeu
Seu evento morreu, fraco
Eles pensam que tao me fazendo um favor
Dando espaço pro meu som e pra eu me expor
Eles não entendem nada sobre compor
Esse comportamento é um horror
Com porte de arma pega o flow
Comporte-se durante o meu show
Se faltar disciplina, minha rima te ensina
Eu parto pra cima é pow pow
Sabe o que te chateia?
Minha cara famosa e minha agenda cheia
Eu não corro de treta
Pesadona, problema e não é só nas letra
Sou picada de abelha
De janeiro a janeiro o dinheiro aumenta
Eu não passo vontade, eu não quero metade
Mulher é vantagem, guenta
Nem se mete organizar tributo a Dina Di
Se cê nem conhece Sharylaine
Em março chama as mina pra sua festa
E no resto ano todo boicota elas nos line
Rap pra pra mim não tem preço
Mas sou eu que define quanto vale meu show
Paga o que ce me deve, paga o que ce me deve, bro
Consumação não paga conta, jhow, yo
E eu pago conta o ano todo
Divulgação eu faço pela internet
Não lotando balada pra boy
De branco oportunista já basta o Zuckerberg
Esses mlk no rap com rima sem nexo
Se acha muito incompreendido
Sem talento, sem postura, esse flow Dolabela
Ceis tão falido, iludido
Vim discordar do seu post
E de toda essa sua hipocrisia maquiada
Mina no seu som só se no refrão ou motivo de piada
Basta, basta isso não é festa é sobre mt sangue e luta
12 assassinato, 135 estupro diário, ce não ne escuta
Aponta e julga porque to refutando você e suas ideias frustrada?
Vai, me chama de feminazi na rua que te quebro na porrada
E que haja cada vez mais espaços sempre é bom lembrar
E ai contratante quer lotar de mina as festa?
Vai, bota ela pra canta, porra
Bota elas pra canta
Bota elas pra cantar, porra
Bota elas pra canta
Ta se achando demais, ein?
Ta querendo enganar quem?
Sem tempo pra esses frustrados
A polícia genocida matando meus aliados
Me sufoca essas fofoca vai morrer pra la zika
E passa meu baseado
Me mantenho no original
A humildade é fundamental
A sete palmos ceis são tudo igual
Cospe pro alto e toma catarro na testa
Só não me testa
Presta atenção no que fala, lugar de fala
Sua postura que é sua atitude?
Porque se ilude e ainda insiste em dar pala? Olha e baba
Já que o papai compra tudo
Ja encomenda a lapide maçom pra sua vala
O que o rap me ensinou, faça com amor, tudo tem valor
Então num vou aceitar dentro de um movimento lindo assim
Mau vivant vim querer tirar gente pronta pra trampa
Se ta só pra atrapalhar
Oh Brasil vamo acordar
Sem 5 minutinho, nem jeitinho brasileiro
Tudo mal acostumado dizendo que é verdadeiro
Limpa na cinta tem nada, nem to com pressa nem to com a peça
Peito ta aberto minha bala é palavra
Longe dos seus preconceitos
Sou bivolt e nessa porra eu vou fazer direito
Sem frase de efeito
A quebrada respeita
Quebrada eu respeito
Foca nas rima que ofusca o foco dos bico do peito
E os bico eu oprimo com verso do fundo do peito
Sou Bivolt nessa porra
E eu exijo respeito
Um salve pra quem citou os balde de DST
Será que tu aguenta quando uma de nós te responder?
Sinhá? Se esconda pois a rua quer pegar você
Rap vira Titanic quando feito por branco, sem proceder
Sou boligão, na contra mão
Rachando ao meio essas bolas de gude
Eu sou fundão! E você não
Como é que tu se sente com o seu flow yakult
Esses cult dificcult
Se iludem com lactobacilos fazendo merda no mute
Mude, sua punchline inspirada em post de Facebook
Avisa lá para o puto abaixar a cabeça pras bixas
Ou serão futuros defuntos, vítimas de uma automática cinza
Fuja desse ratatá! Ak-47 bixas
Pisando igual Lupita
Fazendo grana na pista
Fazendo grana na pista
Não caminha com a minha gente, não apresenta postura
Putos se escondem quando eu boto minha bunda na rua
Eu assino meus versos, verso o inverso dos mula
Sinhá guarde sua carteira sem esmola pro meus trutas
Bocas Podres! Pintos Fedorentos!
Não sei se tu sabe
Mas quem cresce na rua não se cresce com as travas
Ou será um puto esquartejado pela Monna Bruta
Bonde das malditas que o terror aplica
Rimadeira conhecida como quebra nuca
Um salve pra bica de pedra, meu beco é de barro
Calando sua boca suja
Um salve pra Briza
Avisa pros boy que tamo indo buscar os malotes
Isso não é homenagem
É um aviso de morte
Homenaje de Marzo
Dado el informe, respeta a las chicas, malditos
Aumenta el saldo de cada chica de nuestro lado
Por cada chica en honorarios
No habrá un 30% menos en este salario
Que les den a su industria y su mercado laboral
Vine para elevar la autoestima y el legado
Vine a llevar arriba cada dígito robado
¡Es nuestro, maldita sea! Negocios, maldita sea
Nunca entenderán que lo nuestro está guardado
Muy lejos de ustedes y su espacio mezquino
Lo nuestro está guardado, ya lo tomamos por asalto
Vinimos a abrir fronteras, desafiar, romper barreras
Enfrentar, traer aquí cada fajo para las guerreras
Patea los huevos del macho que piensa que es un juego
Que no va a llamarte puta sin besar mi umbral
Entonces arrástrate, lo que deseamos, se unifica
Por donde sea, lo que planeamos, la calle indica
Toma lo que aprendiste en la iglesia y sigue un consejo
O te abriré la mente o te cortaré la pija
¿Descrees? No descreas
El poder es solo un detalle, vine a matar a estos parásitos
No descreas, no descreas
El dinero es solo un detalle, vine a matar lo que nos limita
Me llamaron en marzo
Comportamiento típico de macho
Hermano, no entiendes lo que hago
¡Que te jodan, piensas que es fácil?
Podrías ahorrarme el escarnio
Estás pasando vergüenza, solo digo
Que te lo merecías, perdiste tu alineación
Tu evento murió, débil
Ellos piensan que me están haciendo un favor
Dando espacio a mi música y a mi exposición
Ellos no entienden nada sobre componer
Este comportamiento es un horror
Con porte de arma agarra el flow
Comportate durante mi show
Si falta disciplina, mi rima te enseña
Voy directo, ¡pum pum!
¿Sabes qué te molesta?
Mi cara famosa y mi agenda llena
No corro de problemas
Pesada, problema y no solo en las letras
Soy picadura de abeja
De enero a enero el dinero aumenta
No paso necesidades, no quiero la mitad
La mujer es una ventaja, aguanta
Ni se te ocurra organizar un tributo a Dina Di
Si ni siquiera conoces a Sharylaine
En marzo llama a las chicas a tu fiesta
Y el resto del año boicotea a ellas en los carteles
El rap para mí no tiene precio
Pero soy yo quien define cuánto vale mi show
Paga lo que me debes, paga lo que me debes, hermano
La consumición no paga la cuenta, jhow, yo
Y yo pago la cuenta todo el año
La promoción la hago por internet
No llenando la discoteca de chicos
Ya basta con el oportunista Zuckerberg
Estos chicos en el rap con rimas sin sentido
Se creen muy incomprendidos
Sin talento, sin postura, este flow Dolabela
Están arruinados, ilusionados
Vine a discordar con tu publicación
Y con toda esa hipocresía maquillada
Chica en tu música solo si es en el estribillo o motivo de burla
Basta, basta, esto no es una fiesta, se trata de mucha sangre y lucha
12 asesinatos, 135 violaciones diarias, ¿no lo escuchas?
Señala y juzga porque estoy refutando tus ideas frustradas
Ve, llámame feminazi en la calle y te rompo a golpes
Y que haya cada vez más espacios, siempre es bueno recordar
Y tú, contratante, ¿quieres llenar de chicas las fiestas?
Ve, ponlas a cantar, maldita sea
Ponlas a cantar
Ponlas a cantar, maldita sea
Ponlas a cantar
Te estás creyendo demasiado, ¿eh?
¿Quieres engañar a quién?
Sin tiempo para estos frustrados
La policía genocida matando a mis aliados
Me ahoga este chisme, morirá por allá zika
Y pasa mi porro
Me mantengo en lo original
La humildad es fundamental
A siete palmos son todos iguales
Escupe para arriba y te cae el gargajo en la frente
Solo no me pruebes
Presta atención a lo que dices, lugar de hablar
¿Tu postura es tu actitud?
¿Por qué te ilusionas y aún insistes en dar la nota? Mira y babea
Ya que papá compra todo
Ya encarga la lápida masónica para tu fosa
Lo que el rap me enseñó, hazlo con amor, todo tiene valor
Entonces no aceptaré dentro de un movimiento tan hermoso
A un vividor querer quitar a gente lista para trabajar
Si estás solo para molestar
Oh Brasil, vamos a despertar
Sin 5 minutos, ni truquitos brasileños
Todos mal acostumbrados diciendo que son verdaderos
Limpia en la cintura no hay nada, ni tengo prisa ni tengo la pieza
El pecho está abierto, mi bala es la palabra
Lejos de tus prejuicios
Soy bivolt y en esta mierda lo haré bien
Sin frases de efecto
La favela respeta
Favela yo respeto
Enfócate en las rimas que ofuscan el foco de los idiotas
Y a los idiotas los oprimos con versos del fondo del pecho
Soy Bivolt en esta mierda
Y exijo respeto
Un saludo a quienes mencionaron los baldes de ETS
¿Serás capaz de aguantar cuando una de nosotras te responda?
¡Señora! ¡Escóndete porque la calle te quiere atrapar!
El rap se convierte en Titanic cuando lo hace un blanco, sin proceder
Soy boligão, en sentido contrario
Partiendo por la mitad esas canicas
¡Soy del fondo! Y tú no
¿Cómo te sientes con tu flow yakult?
Estos cultos dificcult
Se ilusionan con lactobacilos haciendo mierda en silencio
Cambia, tu punchline inspirada en un post de Facebook
Dile al puto que baje la cabeza ante los maricas
O serán futuras víctimas de una automática gris
¡Huye de ese ratatá! AK-47 maricas
Pisando como Lupita
Haciendo dinero en la pista
Haciendo dinero en la pista
No andes con mi gente, no muestres postura
Los putos se esconden cuando pongo mi trasero en la calle
Firmo mis versos, verso lo contrario de los tontos
Señora, guarda tu cartera sin limosnas para mis colegas
Bocas Podres! Pintos Fedorentos!
No sé si sabes
Pero quien crece en la calle no se engrandece con las trabas
O será un tonto descuartizado por la Monna Bruta
Banda de las malditas que aplica el terror
Rimadera conocida como rompe cuellos
Un saludo para la canica de piedra, mi calle es de barro
Callando tu boca sucia
Un saludo para Briza
Avisa a los chicos que vamos a buscar los fajos
Esto no es un homenaje
Es una advertencia de muerte