Fio da Navalha
Você me arma e desarma
Ou some do nada
Sem quê ou porquê
Você volta pros meus braços
Reconstrói o laço
E transforma em nó
Oh, que estranho amor
Parte a carne viva
Depois limpa as feridas
Pra recomeçar
Ah, mas que vida ingrata
Edifica do nada
E transforma em pó
Seria simples o amor
Se eu fosse só
Mas sei que ainda vou
Eu hei de chegar ao fim
Ah, mas que vida ingrata
Edifica do nada
E transforma em pó
Seria simples o amor
Se eu fosse só
Mas sei que ainda vou
Eu hei de chegar ao fio
Da navalha
Ao fio da navalha
Ao fio da navalha
Ao fio
Da navalha
Ao fio da navalha
Ao fio da navalha
Ao fio
Hilo de la Navaja
Tú me armas y desarmas
O desapareces de la nada
Sin razón ni motivo
Regresas a mis brazos
Reconstruyes el lazo
Y lo conviertes en nudo
Oh, qué extraño amor
Parte la carne viva
Luego limpia las heridas
Para volver a empezar
Ah, qué vida ingrata
Edifica de la nada
Y lo convierte en polvo
Sería simple el amor
Si fuera solo
Pero sé que aún llegaré
He de llegar al final
Ah, qué vida ingrata
Edifica de la nada
Y lo convierte en polvo
Sería simple el amor
Si fuera solo
Pero sé que aún llegaré
He de llegar al filo
De la navaja
Al filo de la navaja
Al filo de la navaja
Al filo
De la navaja
Al filo de la navaja
Al filo de la navaja
Al filo
Escrita por: Felipe Guedes / Karol Freitas / Ian Lasserre