Formosura
Formosura que excedeis à todas formosuras
Sem ferir, dor fazeis, e sem dor, desfazeis
O amor das criaturas
Ó, laço que assim juntais
Duas coisas desiguais
Não desateis o que atais, pois atando
Força dais a ter por bem todos os males
Juntais aquela que não é
Com a plenitude, acabada
Sem acabar, acabais
Sem ter que amar, amais
Engrandeceis nosso nada
Engrandeceis nosso nada
Juntais aquela que não é
Com a plenitude, acabada
Sem acabar, acabais
Sem ter que amar, amais
Engrandeceis nosso nada
Engrandeceis nosso nada
Belleza
Belleza que supera toda belleza
Sin herir, haces dolor, y sin dolor, deshaces
El amor de las criaturas
Oh, vínculo que así te unes
Dos cosas desiguales
No desates lo que atas, porque al atar
Da fuerza para considerar todos los males como buenos
Te unes al que no esta
Con plenitud, terminado
Sin terminar, terminas
Sin tener que amar, amas
Magnificas nuestra nada
Magnificas nuestra nada
Te unes al que no esta
Con plenitud, terminado
Sin terminar, terminas
Sin tener que amar, amas
Magnificas nuestra nada
Magnificas nuestra nada
Escrita por: Irmã Maria Angélica / Santa Teresa De Jesus