De Mala e Cuia
Eita, cidade querida do meu coração
Minha linda, fortaleza
Eu briguei com meu amor
(Briguei sim)
Quando ouvi ela falar
(Quer ir vá)
Minhas malas arrumei
(De mala e cuia)
Estou indo pro meu Ceará
Eu briguei com meu amor
(Briguei sim)
Quando ouvi ela falar
(Quer ir vá)
Minhas malas arrumei
(De mala e cuia)
Estou indo pro meu Ceará
Estou com saudade
Da cidade que eu nasci
Daquele povo tão hospitaleiro
De fortaleza, onde eu vivi
Estou com saudade
Da cidade que eu vivi
Daquele povo tão hospitaleiro
De fortaleza, onde eu nasci
Chegando aqui, fui ambulante
Fiz de tudo, fui ajudante
Fui caminhoneiro
Trabalhei tanto, de janeiro a janeiro
Chegando aqui, fui ambulante
Fiz de tudo, fui ajudante
Fui caminhoneiro
Trabalhei tanto, de janeiro a janeiro
Quero partir
Quero voltar pro meu Ceará
De perto, ver o azul do mar
E o vermelho pôr do Sol
Loira morena
Desfilando pela praia de iracema
Foi lá, onde escrevi esse poema
Sentado, imaginando o seu olhar
E é, com muito orgulho, que eu falo desse lugar
Meu Ceará
Sinto saudade
Da cidade que eu nasci
Daquele povo, tão hospitaleiro
De fortaleza, onde eu vivi
Sinto saudade
Da cidade que eu vivi
Daquele povo, tão hospitaleiro
De fortaleza, onde eu nasci
Chegando aqui, fui ambulante
Fiz de tudo, fui ajudante
Fui caminhoneiro
Trabalhei tanto, de janeiro a janeiro
Chegando aqui, fui ambulante
Fiz de tudo, fui ajudante
Fui caminhoneiro
Trabalhei tanto, de janeiro a janeiro
Quero partir
Quero voltar pro meu Ceará
De perto, ver o azul do mar
E o vermelho pôr do Sol
Loira morena
Desfilando pela praia de iracema
Foi lá, onde escrevi esse poema
Sentado, imaginando o seu olhar
Quero partir
Quero voltar pro meu Ceará
De perto, ver o azul do mar
E o vermelho pôr do Sol
Loira morena
Desfilando pela praia de iracema
Foi lá, onde escrevi esse poema
Sentado, imaginando o seu olhar
Seu olhar
Sentado, imaginando o seu olhar
Seu olhar
Sentado, imaginando o seu olhar
De Mala e Cuia
Epa, ciudad querida de mi corazón
Mi hermosa fortaleza
Peleé con mi amor
(Sí, peleé)
Cuando la escuché decir
(Si quieres ve, vete)
Hice mis maletas
(De mala y cuia)
Me voy para mi Ceará
Peleé con mi amor
(Sí, peleé)
Cuando la escuché decir
(Si quieres ve, vete)
Hice mis maletas
(De mala y cuia)
Me voy para mi Ceará
Extraño
La ciudad donde nací
Esa gente tan hospitalaria
De fortaleza, donde viví
Extraño
La ciudad donde viví
Esa gente tan hospitalaria
De fortaleza, donde nací
Al llegar aquí, fui ambulante
Hice de todo, fui ayudante
Fui camionero
Trabajé tanto, de enero a enero
Al llegar aquí, fui ambulante
Hice de todo, fui ayudante
Fui camionero
Trabajé tanto, de enero a enero
Quiero partir
Quiero regresar a mi Ceará
De cerca, ver el azul del mar
Y el rojo atardecer
Rubia morena
Desfilando por la playa de Iracema
Fue allí donde escribí este poema
Sentado, imaginando tu mirada
Y sí, con mucho orgullo, hablo de este lugar
Mi Ceará
Siento nostalgia
De la ciudad donde nací
De esa gente tan hospitalaria
De fortaleza, donde viví
Siento nostalgia
De la ciudad donde viví
De esa gente tan hospitalaria
De fortaleza, donde nací
Al llegar aquí, fui ambulante
Hice de todo, fui ayudante
Fui camionero
Trabajé tanto, de enero a enero
Al llegar aquí, fui ambulante
Hice de todo, fui ayudante
Fui camionero
Trabajé tanto, de enero a enero
Quiero partir
Quiero regresar a mi Ceará
De cerca, ver el azul del mar
Y el rojo atardecer
Rubia morena
Desfilando por la playa de Iracema
Fue allí donde escribí este poema
Sentado, imaginando tu mirada
Quiero partir
Quiero regresar a mi Ceará
De cerca, ver el azul del mar
Y el rojo atardecer
Rubia morena
Desfilando por la playa de Iracema
Fue allí donde escribí este poema
Sentado, imaginando tu mirada
Tu mirada
Sentado, imaginando tu mirada
Tu mirada
Sentado, imaginando tu mirada