Coxilha Rica
Que buena a felicidade de voltar lá no rincão
De ver a coxilha rica e toda sua imensidão
De ver as taipas de pedra, a estrada de morrinhos
Cajuru, pinheiro seco e escurinho
Em são Jorge ganhar pouso e rever alguns amigos
Fazer roda de cantigas nos moldes do tempo antigo
Comer costela de ovelha, iguaria de primeira
Na festança lá do rincão do perigo
Coxilha rica de terras, berço de tantas histórias
De tropeadas do sul ao sudeste se fez o caminho das tropas
Que bueno tomar uns mates costeando o pelotinhas
Ver a ponte ferroviária, araucárias e colinas
Ir lá no bodegão escutar causos de galpão
Cantar versos e pontear um violão
De fazendas centenárias e planícies verdejantes
Estância berço do gado crioulo lageano
Lugar que foi paradeiro dos tropeiros no passado
Hoje terra de um povo hospitaleiro e honrado
Coxilha Rica
Que bueno es la felicidad de volver al rincón
De ver la coxilha rica y toda su inmensidad
De ver los muros de piedra, el camino de los cerros
Cajuru, pinheiro seco y escurinho
En San Jorge encontrar refugio y reencontrar algunos amigos
Hacer ronda de canciones al estilo de antaño
Comer costilla de oveja, manjar de primera
En la fiesta del rincón del peligro
Coxilha rica de tierras, cuna de tantas historias
De las tropas del sur al sudeste se hizo el camino de las tropas
Qué bueno tomar unos mates bordeando el pelotinhas
Ver el puente ferroviario, araucarias y colinas
Ir al almacén a escuchar cuentos de galpón
Cantar versos y tocar la guitarra
De estancias centenarias y llanuras verdeantes
Estancia cuna del ganado criollo lageano
Lugar que fue parada de los arrieros en el pasado
Hoy tierra de un pueblo hospitalario y honrado
Escrita por: Kleber Almeida / Bruno Neher