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Llorando por la Tinta

Kodeline

Chorando Pela Tinta

Imagina que louco, eu prever uma coisa no meu sonho
É eu acho pouco, é eu acho pouco
Tu se fode e é muito trouxa
Pessoas se alimentam de bolo e dinheiro

Primeiro esse mundo esqueça
Pipoco, na minha cabeça o dia todo
São tantos rolos que só deram merda
Poeta se vira com caneta cega
Essa história liga, e pira sua vida
De uma forma poética

Tolo
Tô louco
Eu já me considero louco
Só um pouco
Sufoco tá me consumindo todo
Todo dia uma momentânea alegria

Que eu via minha poesia lá em cima
Cês quer rima, eu metáfora
Quero remar, quebrar o clima
Que tá a esquentar
É isso que dá
Poluir a rua
Como se também não fosse tua

Outro dia ridículo
Nem mais lembro disso
Piso em falso
Não piso em falso
Eu acho fácil
Escrever música pra mim
É como um improvisado

Tá ligado?
Tá ligando?
Um, dois
Testando
Teu legado, tu faz essa bosta
E depois vai contando
As nota

Anota a nota que coloca teu cérebro no lugar da vitória
Evita as dez rota, se tu faz muita bosta
Não queira ser aposta
Ou receber alguma proposta
Pro posto que tem rede

Perfeito
Não julgue o velho verbo, ouviu, sujeito?
Seu jeito fascina, automaticamente
Assina sua mão na minha

Assim na vida nós não se combina
Mas junto fica pra sempre
Entre
Entre nós dois não tem nada
Depois você fala, sou sua namorada

Sem eu saber de nada
Olhos em poesias arrotadas
Fuga dos poetas dessa merda
De terra que é toda arrombada

Llorando por la Tinta

Imagina qué loco, prever algo en mi sueño
Es poco, es poco
Te jodes y eres muy tonto
La gente se alimenta de pastel y dinero

Primero olvida este mundo
Estallido, en mi cabeza todo el día
Son tantos líos que solo salieron mal
El poeta se las arregla con una pluma ciega
Esta historia conecta y enloquece tu vida
De manera poética

Tonto
Estoy loco
Ya me considero loco
Solo un poco
El sofoco me está consumiendo por completo
Cada día una alegría momentánea

Que veo mi poesía allá arriba
Quieren rimas, yo metáforas
Quiero remar, romper el ambiente
Que se está calentando
Es lo que pasa
Contaminar la calle
Como si tampoco fuera tuya

Otro día ridículo
Ni siquiera recuerdo eso
Piso en falso
No piso en falso
Lo encuentro fácil
Escribir música para mí
Es como un improvisado

¿Entendido?
¿Estás llamando?
Uno, dos
Probando
Tu legado, haces esta mierda
Y luego vas contando
Las notas

Apunta la nota que pone tu cerebro en el lugar de la victoria
Evita los diez caminos, si haces mucha mierda
No quieras ser una apuesta
O recibir alguna propuesta
Para el puesto que tiene red

Perfecto
No juzgues al viejo verbo, ¿entendiste, sujeto?
Tu forma fascina, automáticamente
Firma tu mano en la mía

Así en la vida, no encajamos
Pero juntos quedamos para siempre
Entre
Entre nosotros no hay nada
Luego dices, soy tu novia

Sin yo saber nada
Ojos en poesías vomitadas
Huida de los poetas de esta mierda
De tierra que está toda jodida

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