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Paraíso Paralelo

Latromodem

Paraíso Paralelo

Ela me deu a mão e eu fugi
Da sua fria mão de vento
Em algum lugar adormeci
E fui desfeito pelo tempo

Voar...vagar entre dois espaços
Gritar...com a certeza de não calar
Deitar...dormir e não acordar
Pra nunca mais sonhar

Meu corpo de areia e sal - espírito
Se afoga em desejos de alegria
Mas é tão breve o momento
E logo suas asas escondem o dia

Voar...vagar entre dois espaços
Gritar...com a certeza de não calar
Deitar...dormir e não acordar
Amar...pra nunca mais voltar
Voltar...sem medo de explicar
Por que...morremos tão jovens

"E de repente você tem a sensação
De que algo lhe foi tirado e agora está perdido
Sente-se carregado por garras invisíveis
Em qualquer lugar escuro
Do espaço profundo e vazio
Em queda livre sem paredes e sem direção
Você se desfaz..."

Paraíso Paralelo

Ella me tomó de la mano y escapé
De su fría mano de viento
En algún lugar me quedé dormido
Y fui deshecho por el tiempo

Volar... vagar entre dos espacios
Gritar... con la certeza de no callar
Acostarme... dormir y no despertar
Para nunca más soñar

Mi cuerpo de arena y sal - espíritu
Se ahoga en deseos de alegría
Pero es tan breve el momento
Y pronto sus alas esconden el día

Volar... vagar entre dos espacios
Gritar... con la certeza de no callar
Acostarme... dormir y no despertar
Amar... para nunca más regresar
Regresar... sin miedo de explicar
Por qué... morimos tan jóvenes

"Y de repente tienes la sensación
De que algo te fue arrebatado y ahora está perdido
Te sientes llevado por garras invisibles
En cualquier lugar oscuro
Del espacio profundo y vacío
En caída libre sin paredes y sin dirección
Te desvaneces..."

Escrita por: Andre Araujo / Robson Santos