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Nunca te arrodilles

Latryna

Não Se Ajoelhe Jamais

Quantos séculos vocês foram atrasados
Por racismo e escravidão
Quantos de vocês foram massacrados
Nesses tempos de opressão
Para quem é negado dos direitos
Com desculpa que é preconceito
Quem vive na margem do crime
Quem são os escravos modernos
Que a maioria é pobre e analfabeto

Falácia do Falso orgulho
Os filhos dos donos mundo
Querem mais carinho e atenção
Querem deixar ou lixo ou nada
À vida triste e precária
Escravos ou classe operária vivendo na podridão

Oprimem e vão oprimir, pra te fazer desistir
Cassetete e bombas de gás
Pra você ir para trás
Fingindo que somos iguais, em contextos sociais
Policiais, capitães do mato, Lobo e chacais
Te derrubam e te espancam como uma temível besta voraz
Não se arrependa ou olhe pra traz
Lute cada vez mais
Seu protesto tem valor não se ajoelhe jamais

Falácia do Falso orgulho
Os filhos dos donos mundo
Querem mais carinho e atenção
Querem deixar ou lixo ou nada
À vida triste e precária
Escravos ou classe operária vivendo na podridão

Nunca te arrodilles

¿Cuántos siglos han sido retrasados
Por racismo y esclavitud?
¿Cuántos de ustedes han sido masacrados
En estos tiempos de opresión?
Para aquellos a quienes se les niegan los derechos
Con la excusa del prejuicio
Quienes viven al margen del crimen
Quiénes son los esclavos modernos
Que en su mayoría son pobres y analfabetos

Falacia del falso orgullo
Los hijos de los dueños del mundo
Quieren más cariño y atención
Quieren dejar basura o nada
Una vida triste y precaria
Esclavos o clase obrera viviendo en la podredumbre

Oprimen y seguirán oprimiendo, para hacerte desistir
Porra y bombas de gas
Para que retrocedas
Fingiendo que somos iguales, en contextos sociales
Policías, capataces, lobos y chacales
Te derriban y te golpean como una temible bestia voraz
No te arrepientas ni mires atrás
Lucha cada vez más
Tu protesta tiene valor, nunca te arrodilles

Falacia del falso orgullo
Los hijos de los dueños del mundo
Quieren más cariño y atención
Quieren dejar basura o nada
Una vida triste y precaria
Esclavos o clase obrera viviendo en la podredumbre

Escrita por: Henrique Mota