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Por Aquí, Por Allá

Lazaro do Piaui

Por Aqui, Por Acolá

Eu vou cantando por aqui
Vou tocando por ali
Por aqui, por acolá

Onde tem rabo de saia
Tem sanfona e tem cachaça
Eu vou estar por lá

Saiba que o forró é nossa dança
Desde o tempo de criança
Lá no meu Nordeste

Forró não tem igual
Forró não tem igual
Forró é sensual é de cabra da peste

Eu vou cantando por aqui
Vou tocando por ali
Por aqui, por acolá

Onde tem rabo de saia
Tem sanfona e tem cachaça
Eu vou estar por lá

Saiba que o forró é nossa dança
Desde o tempo de criança
Lá no meu Nordeste

Forró não tem igual
Forró não tem igual
Forró é sensual e de cabra da peste

Se não tem luz no candeeiro
A gente vai pro terreiro
Dançar no clarão da lua

Sanfoneiro cochilando, mas o dedo tá tocando
E a moçada continua

Dança pobre, dança rico
Dança preto, dança branco
Dança quem quiser

Se é forró gostoso
O cabra fica manhoso, no corpo de uma mulher

É um vem e vai, é um vai e vem
Aperta, aperta. Rela, rela
E eu quero relar também

É um vem e vai, é um vai e vem
Aperta, aperta. Rela, rela
E eu quero relar também

Por Aquí, Por Allá

Yo voy cantando por aquí
Voy tocando por allá
Por aquí, por allá

Donde hay faldas
Hay acordeón y hay cachaça
Estaré por allá

Sepan que el forró es nuestro baile
Desde tiempos de niño
Allá en mi Nordeste

Forró no tiene igual
Forró no tiene igual
Forró es sensual, es de macho alfa

Yo voy cantando por aquí
Voy tocando por allá
Por aquí, por allá

Donde hay faldas
Hay acordeón y hay cachaça
Estaré por allá

Sepan que el forró es nuestro baile
Desde tiempos de niño
Allá en mi Nordeste

Forró no tiene igual
Forró no tiene igual
Forró es sensual y de macho alfa

Si no hay luz en el farol
Vamos al patio
A bailar a la luz de la luna

El acordeonista se está quedando dormido, pero sus dedos siguen tocando
Y la juventud sigue

Baila pobre, baila rico
Baila negro, baila blanco
Baila quien quiera

Si es un forró sabroso
El macho se pone coqueto, en el cuerpo de una mujer

Es un vaivén, es un venir y ir
Aprieta, aprieta. Rozar, rozar
Y yo también quiero rozar

Es un vaivén, es un venir y ir
Aprieta, aprieta. Rozar, rozar
Y yo también quiero rozar

Escrita por: Lázaro José da Silva (Lázaro do Piauí)