O Macaco e o Patinho
Um macaquinho que morava na floresta
Ficava alegre quando vai a meninada
Batia palma e fazia muita festa
Ele gostava de dançar pra criançada.
Tinha um patinho que morava na lagoa
A garotada também gostava demais
Quando as crianças iam todas pra escola
O patinho ia na frente e o macaquinho ia atrás.
A tardezinha quando terminava a aula
Lá na escola estava os dois amigos
O macaquinho, o patinho tinham medo
Que as crianças corressem algum perigo.
Um certo dia bem na curva da estrada
Apareceu o tal de João Negrão
Ee amarrou a criançada pelos braços
E arrastou pra dentro de um buracão.
Falado:
- Ah, Ah, Ah, eu sou o João Negrão. Eu odeio as crianças, vou jogar vocês na minha panela gigante, vou fritá-la e come-las.
- Deixa nos ir embora, não faz isso não. Eu vou chamar meu pai. Você vai ver, oh João Negrão. Não cozinha nós não, eu quero minha mãe.
Narrador:
- Enquanto o João Negrão acendia o fogo sorridente, gargalhando e satisfeito, foi chegando o macaquinho e o patinho e os dois conversavam desse jeito.
Falado:
- Ué, é, é, é, é. Nós não podemos deixar o João Negrão cozinhar as crianças. Nós gostamos das crianças, não é macaquinho?
- Ih. Ih, ih, mas é claro que sim. Nós adoramos as crianças . sabe de uma coisa patinho, enquanto o João Negrão acende a fogo eu vou desamarrar as crianças. Tá bem?
- Ué, é, é, é, depois que as criancinhas estiverem soltas, cada um pega um tição aceso, vamos por fogo na barba e no cabelo do João Negrão.
- Ih, ih, ih, eu vou por fogo no bumbum dele.
Cantado:
Enquanto a fogueira ia queimando
João Negrão dava muitas gargalhadas
De repente o macaquinho foi gritando
E agora ataquem criançada.
Cada um pegou um tição bastante aceso
Foi um a guerra, foi um grande zum zum
O João Negrão chorava dizendo assim
Vocês queimaram minha cara e meu bum bum.
Falado:
- João Negrão não vai mais aparecer
Da meninada nós somos a esperança
Não precisa mais ter medo amiguinho
Nós somos amigo das crianças.
- Viva o Macaco e o Patinho
- Viva..!
El Mono y el Patito
Un monito que vivía en el bosque
Se ponía feliz cuando llegaba la chiquillada
Aplaudía y hacía mucha fiesta
Le gustaba bailar para los niños.
Había un patito que vivía en la laguna
A los niños también les encantaba
Cuando los niños iban todos a la escuela
El patito iba adelante y el monito iba atrás.
Por la tarde, cuando terminaba la clase
En la escuela estaban los dos amigos
El monito, el patito tenían miedo
De que los niños corrieran peligro.
Un cierto día, en la curva del camino
Apareció tal João Negrão
Ató a los niños por los brazos
Y los arrastró hacia un agujero.
Hablado:
- Ah, ah, ah, yo soy João Negrão. Odio a los niños, los voy a tirar en mi olla gigante, los freiré y me los comeré.
- Déjanos ir, no hagas eso. Voy a llamar a mi papá. Vas a ver, oh João Negrão. No nos cocines, quiero a mi mamá.
Narrador:
- Mientras João Negrão encendía el fuego sonriente, riendo y satisfecho, llegaron el monito y el patito y conversaban de esta manera.
Hablado:
- Ué, es, es, es, es. No podemos dejar que João Negrão cocine a los niños. Nosotros queremos a los niños, ¿verdad monito?
- Ih, ih, pero por supuesto. Nos encantan los niños. Sabes patito, mientras João Negrão enciende el fuego, yo desataré a los niños. ¿Está bien?
- Ué, es, es, es, después de que los niños estén libres, cada uno toma una tea encendida, vamos a prenderle fuego a la barba y al cabello de João Negrão.
- Ih, ih, ih, yo le prenderé fuego en el trasero.
Cantado:
Mientras la fogata ardía
João Negrão reía a carcajadas
De repente el monito gritaba
¡Y ahora, ataquen chiquillada!
Cada uno tomó una tea bien encendida
Fue una guerra, fue un gran alboroto
João Negrão lloraba diciendo así
Ustedes quemaron mi cara y mi trasero.
Hablado:
- João Negrão no volverá a aparecer
De los niños somos la esperanza
Ya no tienes que tener miedo amiguito
Somos amigos de los niños.
- Viva el Mono y el Patito
- ¡Viva..!