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Guerras de almohadas

Léo & Raphael

Guerra de Travesseiro

Saiu correndo nervosa de cara feia, com raiva ultrapassando o trem-bala pela direita.
Saiu mordendo cachorro, e mastigando tijolo, estava parando no peito duas carretas.
Ninguém segura essa mulher, ela não nega uma briga, e tudo é do jeito que ela quer
Tenta teimar

Mais chega a noite é guerra de travesseiro
Começa na minha cama e acaba no meu chuveiro
E é um encima do outro, emaranhado aquele rolo
E amanhã começa tudo outra vez

Guerras de almohadas

Ella huyó con una cara fea, enojada, pasando el tren bala a la derecha
Salió mordiendo perro, y estaba masticando ladrillo, y estaba parado en su pecho dos carros
Nadie sostiene a esta mujer, no niega una pelea, y todo es como lo quiere
Trata de obstinar

Pero la noche es una pelea de almohadas
Empezar en mi cama y terminar en mi ducha
Y es uno encima del otro, enredado ese rollo
Y mañana todo empieza de nuevo

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