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Vals de la nostalgia

Leôncio e Leonel

Valsa da Saudade

Quanta saudade eu sinto agora
Dos meus passado que não vorta mais
Os companheiros da serenata
Dos lindos bailes de lampião de gás

Da retreta, da bandinha
No coreto do velho jardim
Dos dobrado, dos maxixe
Das valsinhas do mestre Joaquim

Das quermesse que o vigário
Fazia sempre em louvor ao Padroeiro
E no leilão, quanto me dão
Pela prenda, gritava o leiloeiro

E o gramofone do velho Inácio
Tocava sempre a mesma canção
Era uma valsa muito bonita
Era chamada Saudade de Matão

Vals de la nostalgia

Cuánta nostalgia siento ahora
De mi pasado que no volverá más
Los compañeros de la serenata
De los hermosos bailes de farol de gas

Del concierto, de la bandita
En el quiosco del viejo jardín
De los dobles, de los maxixes
De los valses del maestro Joaquim

De las kermeses que el cura
Siempre hacía en honor al Santo Patrón
Y en la subasta, ¿cuánto me dan
Por la prenda?, gritaba el subastador

Y el gramófono del viejo Inácio
Siempre tocaba la misma canción
Era un vals muy bonito
Era llamado Nostalgia de Matão

Escrita por: Augusto Toscano