Ovelha Negra
Diferente, indiferente, eu sigo calado
Soldado nessa guerra, piso em campo minado
Várias memórias, amigos nem tanto
Batalhas e glórias, mas nunca prantos
Corpo com marcas, lembranças tatuadas
Um lobo sempre traz as cicatrizes das caçadas
Estradas percorri, batalhas eu travei
Algumas eu venci, perdi, mas eu não parei
Então, em meio a escuridão, opaco, sigo em frente
Entre multidão, me destaco, sou diferente
Na contramão, sem regra alguma
Seguir padrão? Não irmão, porra nenhuma!
Meus passos traço, o erro não importa
Vai, tenta fechar que eu arrombo a tua porta
Num maço vinte amigos, no bolso a navalha
Carlton não da falha, risco alto, canalha!
Um por amor, dois por grana. Negócios!
Jogo mil na aposta e levo tudo que eu posso
Quero tudo, quero o mundo
E no final da série um brinde aos lucros e as nossas mulheres
Sem derrota, quero nota
Pensamento atento, correndo já tem mó cota
Tenho a rota, só os brabos na frota
Nem são aqui do Sul, mas já são faca na bota
Sendo julgado por todos
Portanto que se foda, faço a minha maneira
Vocês tão cercados por todos os cantos
Enquanto isso eu cruzei a fronteira
Ovelha negra, não sigo regra
Vocês vão pro abate, eu vou pra guerra
To no combate, vocês só berram, eu agravo a situação
Não nasci pra ser escravo
Dane-se as panelas, escrevo nesse trecho
Foda-se a sua cena, foda-se o seu eixo
Foda-se o vitimismo de quem não tá lá, eu mexo
Que morra o Crivela, que morra o Freixo
Se é pra ter orgulho é de mim, eu quem ralei
Pau no cu do Lula e Ustra, eu sou filho é da Sirlei
Cuzão, não tomo lado, não to no lado, não
Não é indecisão, só to em outra direção
Esqueça, o mundo não é um quebra-cabeça, é um game
Então que o meu pau cresça e o resto que queime
Não quero solução pra problema, minha ambição vale a pena
E essa missão é bem maior que agradar a cena
Se politicamente correto eu fosse (não)
Mas nasci politicamente inquieto, e foda-se
Sai pra lá, não tem mimimi na linha
O pensamento é rebelde e não cabe na tua caixinha
Irmão, eu nunca quis ser aceito por vocês
Eu nem faço questão de seguir suas leis
Tua ideia é até bonita mas irrita, sem mistério
Mando vocês se foder, pode crer, falo sério
Troco murro, em cima do muro não fico
Soco burro, na rima ou no braço resisto
Ovelha negra cria rota, mas não segue
Aqui o sangue ferve, regra pra nós não serve!
Sendo julgado por todos
Portanto que se foda, faço a minha maneira
Vocês tão cercados por todos os cantos
Enquanto isso eu cruzei a fronteira
Ovelha negra, não sigo regra
Vocês vão pro abate, eu vou pra guerra
To no combate, vocês só berram, eu agravo a situação
Não nasci pra ser escravo
Oveja Negra
Diferente, indiferente, sigo callado
Soldado en esta guerra, piso en campo minado
Varias memorias, amigos no tanto
Batallas y glorias, pero nunca llantos
Cuerpo con marcas, recuerdos tatuados
Un lobo siempre lleva las cicatrices de las cacerías
Caminos recorrí, batallas peleé
Algunas gané, perdí, pero no paré
Así, en medio de la oscuridad, opaco, sigo adelante
Entre la multitud, me destaco, soy diferente
En sentido contrario, sin ninguna regla
¿Seguir el patrón? No hermano, ni mierda!
Mis pasos trazo, el error no importa
Ve, intenta cerrar que yo rompo tu puerta
En un paquete veinte amigos, en el bolsillo la navaja
Carlton no falla, riesgo alto, canalla!
Uno por amor, dos por plata. ¡Negocios!
Juego mil en la apuesta y me llevo todo lo que puedo
Quiero todo, quiero el mundo
Y al final de la serie un brindis por las ganancias y nuestras mujeres
Sin derrota, quiero nota
Pensamiento atento, corriendo ya hay mucha cuota
Tengo la ruta, solo los bravos en la flota
Ni son de acá del Sur, pero ya son cuchillo en la bota
Siendo juzgado por todos
Así que que se joda, hago las cosas a mi manera
Ustedes están rodeados por todos lados
Mientras tanto yo crucé la frontera
Oveja negra, no sigo reglas
Ustedes van al matadero, yo voy a la guerra
Estoy en combate, ustedes solo gritan, yo agravo la situación
No nací para ser esclavo
Que se jodan las ollas, escribo en este tramo
Al diablo tu escena, al diablo tu eje
Al diablo el victimismo de quien no está ahí, yo me muevo
Que muera Crivela, que muera Freixo
Si es para tener orgullo es de mí, yo quien me esforcé
Palo en el culo de Lula y Ustra, yo soy hijo de Sirlei
Hijo de puta, no tomo partido, no estoy de un lado, no
No es indecisión, solo estoy en otra dirección
Olvídate, el mundo no es un rompecabezas, es un juego
Así que que mi pene crezca y el resto que se queme
No quiero solución para problema, mi ambición vale la pena
Y esta misión es mucho más grande que complacer la escena
Si políticamente correcto fuera (no)
Pero nací políticamente inquieto, y que se joda
¡Fuera de aquí, no hay lloriqueo en la línea
El pensamiento es rebelde y no cabe en tu cajita
Hermano, nunca quise ser aceptado por ustedes
Ni me interesa seguir sus leyes
Tu idea es hasta bonita pero molesta, sin misterio
Les mando a la mierda, créanme, hablo en serio
Cambio golpes, no me quedo en la cerca
Golpeo burro, en la rima o en el brazo resisto
Oveja negra crea ruta, pero no sigue
Aquí la sangre hierve, ¡regla para nosotros no sirve!
Siendo juzgado por todos
Así que que se joda, hago las cosas a mi manera
Ustedes están rodeados por todos lados
Mientras tanto yo crucé la frontera
Oveja negra, no sigo reglas
Ustedes van al matadero, yo voy a la guerra
Estoy en combate, ustedes solo gritan, yo agravo la situación
No nací para ser esclavo