Nova Escravidão
A minha pele não é transparente
O que é negro não ofusca a minha dor
A discriminação na sua pele branca refletindo, repelindo cada cor.
O meu trabalho não é diferente
O teu império por minhas mãos cresceu
Porque julgar se meu dinheiro não vale tanto quanto o seu?
Por que pensar que não sou humano como vocês?
Pra que nos deixar de lado toda a vez?
Por que essa guerra se nós somos todos irmãos?
Por que tentar justificar essa nova escravidão?
O meu deus é mesmo que o seu
Suas preces não são ceticismo.
E a paz que eu quero está no grito judeu ou debaixo do seu nazismo!
O seu sangue jorrou como o meu
E o passado não foi esquecido
Por que não nos damos as mãos pra vencer o que não foi vencido?
Nueva Esclavitud
Mi piel no es transparente
Lo negro no opaca mi dolor
La discriminación en tu piel blanca reflejando, rechazando cada color.
Mi trabajo no es diferente
Tu imperio creció por mis manos
¿Por qué juzgar si mi dinero no vale tanto como el tuyo?
¿Por qué pensar que no soy humano como ustedes?
¿Por qué dejarnos de lado cada vez?
¿Por qué esta guerra si todos somos hermanos?
¿Por qué intentar justificar esta nueva esclavitud?
Mi dios es igual que el tuyo
Tus rezos no son escepticismo
¡Y la paz que quiero está en el grito judío o bajo tu nazismo!
Tu sangre ha corrido como la mía
Y el pasado no ha sido olvidado
¿Por qué no unimos nuestras manos para vencer lo que no ha sido vencido?