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Muerte Al Rey

Limão Rosa

Morte Ao Rei

E havia um rei sem razão
Subindo a serra do mar
Não tem coroa ou grilhão
É livre em seu caminhar

E o sacerdote acordou
Montou seu touro em paz
Sem medo, ele acena ao rei
E os termos para tudo mundo

Perde a razão
Certo, eu sei
A tarde é doce e já acabou
Morte ao rei
Pois todo mundo

Perde a razão
Certo, eu sei
A tarde é doce e já acabou
Morte ao rei

Que me perdoe, majestade
Seu reino acaba aqui
Um brinde ao chão pintado de rubi
Ao meu acorde em si, a esse santo frenesi
Um brinde ao chão pintado de rubi
Ao meu acorde em si, a esse santo frenesi
A esse santo frenesi

E havia um pai e um irmão
Tomando posse além-mar
Tens o primeiro quinhão
De verde sem limiar

E o homem velho corou
Negou o filho e o pai
Covarde, ele acena a quem?
Quer sangue, pois todo mundo

Perde a razão
Certo, eu sei
A tarde é doce e já acabou
Morte ao rei
Pois todo mundo

Perde a razão
Certo, eu sei
A tarde é doce e já acabou
Morte ao rei

Que me perdoe, majestade
Seu reino acaba aqui
Um brinde ao chão pintado de rubi
Ao meu acorde em si, a esse santo frenesi
Um brinde ao chão pintado de rubi
Ao meu acorde em si, a esse santo frenesi
Esse santo frenesi

Pois sempre foi permitido bajular os tiranos
Enganá-los e honroso matá-los se não pudessem ser contidos de outra forma
Claramente isso não se refere a tiranos privados
Mas a aqueles que oprimem a república
Pois o tipo privado é facilmente contido pelas leis públicas que vinculam todas as vidas

Do que foi dito acima, fica evidente que os tiranos são odiados por Deus e pelos homens
E que a morte é agradável a Deus e útil aos homens
Pois se é ilícito resistir ao tirano que oprime a república
Se a resistência é até mesmo um dever quando a opressão é intolerável
Então a remoção do tirano, mesmo pela morte pode ser justa
Desde que não cause mal maior à comunidade

Mas quem mata um tirando por ódio privado ou ambição comete pecado mortal
A ação deve proceder do zelo pela lei, pela pátria e pelo bem comum
E não de vingança pessoal

Muitos exemplos mostram que os tiranos acabam mal
Uns pela espada, outros pelo veneno
Outros pela mão do povo ou de seus próprios familiares
Isso não é por acaso, mas pela providência divina que pune os opressores

Muerte Al Rey

Y había un rey sin razón
Escalando la sierra de Mar
No tiene ni corona ni grilletes
Es libre en su andar

Y el sacerdote despertó
Montó su toro en paz
Sin temor, asiente con la cabeza al rey
Y las condiciones para todos

Pierde la cabeza
Vale, lo sé
La tarde es agradable y ya ha terminado
¡Muerte al rey!
Porque todos

Pierde la cabeza
Vale, lo sé
La tarde es agradable y ya ha terminado
¡Muerte al rey!

Perdóname, Majestad
Tu reinado termina aquí
Un brindis por el suelo pintado de color rubí
A mi acordé mismo, a ese frenesí sagrado
Un brindis por el suelo pintado de color rubí
A mi acordé mismo, a ese frenesí sagrado
A este santo frenesí

Y había un padre y un hermano
Tomar posesión en el extranjero
Tienes la primera parte
Verde sin umbral

Y el anciano se sonrojó
Negó a su hijo y a su padre
Cobarde, ¿a quién le está saludando?
Él quiere sangre, porque todos

Pierde la cabeza
Vale, lo sé
La tarde es agradable y ya ha terminado
¡Muerte al rey!
Porque todos

Pierde la cabeza
Vale, lo sé
La tarde es agradable y ya ha terminado
¡Muerte al rey!

Que Su Majestad me perdone
Tu reinado termina aquí
Un brindis por el suelo pintado de color rubí
A mi acordé mismo, a ese frenesí sagrado
Un brindis por el suelo pintado de color rubí
A mi acordé mismo, a ese frenesí sagrado
Este frenesí sagrado

Escrita por: Renan Santos