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Princesa de La Soledad

Limão Rosa

Princesa da Solidão

Devagar ela vem, deslizando na tela do seu celular
Devagar ela vem, a vice-miss sem nome de qualquer lugar

Cantando as coisas da noite, os lençóis e lições

Só jogue as mãos ao ar
E deixe a sorte lhe deixar

Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão

Por quê? São Paulo ninguém é ninguém
Você! Dos compromissos é refém
Por que? Se entrega a quem lhe dá a mão
Você! Princesa da solidão

Devagar ela vem, negociando os termos pra se entregar
Devagar ela vem, a vice-miss sem nome de qualquer lugar

Contou vantagem pra noiva do seu irmão

Jogue as mãos ao ar
E deixe a sorte lhe deixar

Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão

Por quê? São Paulo ninguém é ninguém
Você! Dos compromissos é refém
Por que? Se entrega a quem lhe dá a mão
Você! Princesa da solidão

E ela conta os vestidos e casos
E ela dança pedindo um cigarro
E ela olha pedindo abraço
E ela manda o destino ao caralho!

Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão

Princesa de La Soledad

Lentamente se acerca, deslizándose por la pantalla de su teléfono móvil
Llega lentamente, la subcampeona sin nombre, procedente de cualquier lugar

Cantando sobre las cosas de la noche, las sábanas y las lecciones

Simplemente levanta las manos en el aire
Y que la suerte haga su parte

¿Por qué? El fin justifica los medios
¡Tú! Estás enganchado a la mala música
¿Por qué? Tu ego pide perdón
¡Tú! Confundes el amor con la gratitud

¿Por qué? En São Paulo, nadie es nadie
¡Tú! Eres rehén de tus compromisos
¿Por qué? Se entrega a quien le tiende la mano
¡Tú! Princesa de la soledad

Ella se acerca lentamente, negociando las condiciones para rendirse
Llega lentamente, la subcampeona sin nombre, procedente de cualquier lugar

Se jactó ante la prometida de su hermano

¡Levanta las manos!
Y que la suerte haga su parte

¿Por qué? El fin justifica los medios
¡Tú! Estás enganchado a la mala música
¿Por qué? Tu ego pide perdón
¡Tú! Confundes el amor con la gratitud

¿Por qué? En São Paulo, nadie es nadie
¡Tú! Eres rehén de tus compromisos
¿Por qué? Se entrega a quien le tiende la mano
¡Tú! Princesa de la soledad

Y ella relata los vestidos y las historias
Y ella baila, pidiendo un cigarrillo
Y ella me mira, pidiéndome un abrazo
¡Y ella le dice al destino que se vaya al infierno!

¿Por qué? El fin justifica los medios
¡Tú! Estás enganchado a la mala música
¿Por qué? Tu ego pide perdón
¡Tú! Confundes el amor con la gratitud

Escrita por: Renan Santos