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¡Vudú es para pavos!

Limbonautas

Vudu É Pra Jacu!

Com calma,
Sua alma se esvairava,
E prá multidão que olhava,
Gritava que:
"- vudu é prá jacu!"

No ritmo da morte,
Lutava pela vida,
Não havia macumba,
Que curasse a sua ferida,
Por toda sua existência,
Ele sempre foi descrente,
E agora agoniza,
Com um espeto em sua mente.

¡Vudú es para pavos!

Con calma,
Su alma se desvanecía,
Y para la multitud que miraba,
Gritaban que:
"- ¡vudú es para pavos!"

En el ritmo de la muerte,
Luchaba por la vida,
No había hechizo,
Que curara su herida,
Durante toda su existencia,
Siempre fue incrédulo,
Y ahora agoniza,
Con un espetón en su mente.

Escrita por: Timtim From Zero Zone