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Mi Mirada

Locomotores

O Meu Olhar

Eu não quero olhar pro chão
Onde gotas caem
Gotas que eu não sei
De onde saem, de onde saem?

Eu não quero olhar pro chão
Ver meus sapatos encharcarem
Em poças surreais
Que não sei mais de onde saem

Em que rua dobrar? Pra onde seguir?
Vou deixar a pureza me levar
Mas que rumo tomar? Se o chão atrai o meu olhar

Eu não quero olhar pro chão
Onde gotas caem
Gotas que eu não sei
De onde saem, de onde saem?

Eu não vou olhar pro chão
Ver meus sapatos encharcarem
Em poças surreais
Que não sei mais de onde saem

Em que rua dobrar? Pra onde seguir?
Vou deixar a pureza me levar
Mas que rumo tomar? Se o chão atrai o meu olhar

O meu olhar, o meu olhar, o meu olhar, o meu olhar

Inimaginável...
Inimigo amável...

Mi Mirada

No quiero mirar al suelo
Donde caen gotas
Gotas que no sé
De dónde salen, ¿de dónde salen?

No quiero mirar al suelo
Ver mis zapatos empaparse
En charcos surreales
Que ya no sé de dónde salen

¿Por qué calle doblar? ¿Hacia dónde ir?
Dejaré que la pureza me guíe
Pero, ¿qué rumbo tomar? Si el suelo atrae mi mirada

No quiero mirar al suelo
Donde caen gotas
Gotas que no sé
De dónde salen, ¿de dónde salen?

No voy a mirar al suelo
Ver mis zapatos empaparse
En charcos surreales
Que ya no sé de dónde salen

¿Por qué calle doblar? ¿Hacia dónde ir?
Dejaré que la pureza me guíe
Pero, ¿qué rumbo tomar? Si el suelo atrae mi mirada

Mi mirada, mi mirada, mi mirada, mi mirada

Inimaginable...
Enemigo amable...

Escrita por: Bocudo / FININHO