Deu No Que Deu
O vento excitando a cortina
Que dança e deixa passar
Um pouco de luz pra esse quarto vazio
Um pouco de brilho pra um triste lugar
Da porta do quarto entre aberta
Te vejo no espelho da sala de estar
A mala arrumada, calada, pensando
Querendo um motivo pra poder ficar
E aqui foi tanta loucura
Paixão e luxúria quanta insensatez
Te prometi o que não era seu
Não teve jeito e deu no que deu
Sei que no fundo a verdade é que o erro foi meu
Refrão:
Ah! Fique a vontade se quiser partir
Se a felicidade já não é aqui
Nada vai mudar como acreditar se já não sente mais prazer?
Mas se bater saudade logo vai passar
Pura vaidade não quer aceitar
Que não foi capaz de assumir que um dia foi
E já não é mais feliz
Deu No Que Deu
El viento agitando la cortina
Que baila y deja pasar
Un poco de luz para esta habitación vacía
Un poco de brillo para un lugar triste
Desde la puerta entreabierta del cuarto
Te veo en el espejo de la sala de estar
La maleta lista, en silencio, pensando
Buscando una razón para quedarse
Aquí hubo tanta locura
Pasión y lujuria, cuánta insensatez
Te prometí lo que no era tuyo
No hubo manera y deu no que deu
Sé que en el fondo la verdad es que el error fue mío
Coro:
¡Ah! Siéntete libre de irte si así lo deseas
Si la felicidad ya no está aquí
Nada cambiará, ¿cómo creer si ya no sientes placer?
Pero si la nostalgia golpea, pronto pasará
Pura vanidad que no quiere aceptar
Que no fue capaz de admitir que un día lo fue
Y ya no es feliz
Escrita por: Douglas Lacerda / Edgar do Cavaco