Filho do Pantanal
Não me censure se eu falar errado
Eu nasci no mato, nunca estudei.
Sou um homem simples, pobre pantaneiro.
Juntos aos animais que eu me criei.
Mas não é preciso de nenhum estudo
Basta olhar o mundo com a consciência
Será que você ainda não percebeu
Que a natureza é o espelho de Deus
Onde se reflete sua própria existência.
Sou pantaneiro, nasci ali.
Sou filho da terra, do mato e da água.
Se até hoje eu não morri
É porque minha pele não serve pra nada.
Sei que sou pequeno, represento pouco.
Perante o problema no país inteiro
Mas a coruja que defende o toco
Esse é meu papel sendo um pantaneiro.
Não deixe que um dia esse paraíso
Venha ser apenas um livro na história
E pela raiz que se corta o mal
Por favor, defenda o meu pantanal.
Dos exploradores da fauna e da flora.
Hijo del Pantanal
No me censures si hablo mal
Nací en el monte, nunca estudié.
Soy un hombre sencillo, pobre pantanero.
Crecí junto a los animales.
Pero no se necesita ningún estudio
Solo hay que mirar el mundo con conciencia
¿Todavía no has notado
Que la naturaleza es el espejo de Dios?
Donde se refleja tu propia existencia.
Soy pantanero, nací allí.
Soy hijo de la tierra, del monte y del agua.
Si hasta hoy no he muerto
Es porque mi piel no sirve para nada.
Sé que soy pequeño, represento poco.
Frente al problema en todo el país.
Pero el búho que defiende el nido
Ese es mi papel como pantanero.
No permitas que un día este paraíso
Se convierta solo en un libro en la historia.
Y por la raíz se corta el mal
Por favor, defiende mi pantanal.
De los explotadores de la fauna y la flora.
Escrita por: José Teixeira