395px

Ecos de la Soledad

LPO

Ecos da Solidão

Ecos da solidão, só eu aqui sozinho nesse mundo
Sem ninguém para segurar em minha mão
Preso no intermundio de mim imensidão
Preenchido e vazio
Preenchido e vazio

Faz tempo que eu me sinto um louco, tosco
Gritando ao leo em um papel, roco
Eu gritei tanto e não foi pouco
Mas me diga aí senhor quem é que vai ouvir um louco?

É difícil não ser igual em um mundo de cópias
Sociedade dúbia querendo dizer sem poder
E fica ali presa na dúvida
Ó quem tu és o astronauta?

Veja o mundo em que habitas
Gravidade zero ali sem chão para pisar
Na escuridão ali sem Sol para brilhar
O seu céu sem estrelas

Sem eira e nem beira
Mantenha o seu equilíbrio e não perca suas estribeiras
Quanta das vezes ali estagnado e bile sempre ao léo
Sem rumo e sem caminho qual sua função o seu papel?
Vai ser sempre assim sozinho?

Ecos da solidão
Só eu aqui sozinho nesse mundo
Sem ninguém para segurar em minha mão
Preso no intermundio de minha imensidão
Preenchido e vazio
Preenchido e vazio

Exilado em um lugar desconhecido e tão familiar
É tudo tão esquisito
Tudo tão esquisito
Mas antes parece que aqui já era isso

Sem conexão ou mais conexão?
Abraço aperto de mão
Sem caô aí sem calor

Quanto mais conectado acho que mais sozinho estou
Na triste loucura eu sigo assim vagando
Quanto mais tento sair daqui

Mais preso aqui tô ficando
Hey cê me escuta?
Fala: Tá me escutando?

Não acredito que cê ainda tá chorando
É só eu e o nada
Será que esse nada não me deixa só?
Com tudo mais nada
O meu tudo parece cada vez mais só
Cada vez mais só

Ecos de la Soledad

Ecos de la soledad, solo yo aquí solo en este mundo
Sin nadie para sostener mi mano
Atrapado en el intermundo de mi inmensidad
Lleno y vacío
Lleno y vacío

Hace tiempo que me siento un loco, tosco
Gritando en vano en un papel, ronco
Grité tanto y no fue poco
Pero dime ahí señor, ¿quién va a escuchar a un loco?

Es difícil no ser igual en un mundo de copias
Sociedad dudosa queriendo decir sin poder
Y queda ahí atrapada en la duda
¿Quién eres tú, el astronauta?

Observa el mundo en el que habitas
Gravedad cero ahí, sin suelo donde pisar
En la oscuridad ahí, sin Sol para brillar
Tu cielo sin estrellas

Sin rumbo ni dirección
Mantén tu equilibrio y no pierdas la compostura
Cuántas veces ahí estancado y siempre al azar
Sin rumbo y sin camino, ¿cuál es tu función, tu papel?
¿Vas a estar siempre así, solo?

Ecos de la soledad
Solo yo aquí solo en este mundo
Sin nadie para sostener mi mano
Atrapado en el intermundo de mi inmensidad
Lleno y vacío
Lleno y vacío

Exiliado en un lugar desconocido y tan familiar
Todo es tan extraño
Todo es tan extraño
Pero parece que esto ya era así antes

¿Sin conexión o más conexión?
Abrazo, apretón de manos
Sin mentiras ahí, sin calor

Cuanto más conectado creo que más solo estoy
En la triste locura sigo vagando así
Cuanto más intento salir de aquí

Más atrapado aquí me quedo
Hey, ¿me escuchas?
Dime: ¿Me estás escuchando?

No puedo creer que aún estés llorando
Solo soy yo y la nada
¿Será que esta nada no me deja solo?
Con todo y nada más
Mi todo parece cada vez más solo
Cada vez más solo

Escrita por: LPO / Lype de Oliveira